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24/07/2011

Como Se Fosse a Primeira Vez - Vida Real

Você assistiu o filme Como Se Fosse a Primeira Vez? É uma comédia romântica onde há uma moça (com uma doença enigmática) que sofre de falta de memória de curto prazo, o que faz com que ela rapidamente se esqueça de fatos que acabaram de acontecer. 

Com isso o rapaz que se apaixona por ela, é obrigado a conquistá-la, dia após dia, para ficar ao seu lado.

No entanto, o filme Como Se Fosse A Primeira Vez não retrata uma doença fictícia e sim a realidade de uma mulher britânica.

Já imaginou você acordar diariamente "na mesma data" como se tivesse parado no tempo? 

É o que vem acontecendo com Michelle Philpots, de 47 anos, a qual vive o mesmo drama de Lucy, interpretada por Drew Barrymore na comédia mencionada acima.

Nos últimos 16 anos, Michelle tem vivido o mesmo dia a cada dia de sua vida e seu marido tem que recordá-la diariamente que estão casados e que já não estão em 1994. 

Michelle perdeu a memória depois de dois acidentes de trânsito naquele ano e todos os dias nasce com uma vida recém "resetada"

Os acidentes afetaram o cérebro da mulher fazendo com que ela não consiga recordar os momentos recentes depois que dorme. Sua amnésia não permite recordar-se que se casou há 13 anos. Por isso seu marido tem a árdua tarefa de lembrá-la a cada amanhã que está casada com ele e que tudo o que diz é verdade. (Isso deve ser amor MESMO!)

Ela usa centenas de bilhetes de  pos-it para recordar os números de telefone e seus compromissos. Carrega uma agenda com seu endereço e das lojas e mercados que costuma frequentar. 

Mas, não deixou que isso a abatesse ou destruisse sua vida. Michelle trabalha como voluntária três dias por semana em um centro para pessoas deficientes.

Infelizmente nunca recorda nem o que fez nem o que disse no dia anterior.

Tristíssimo, né? Essa mulher sim, podemos dizer que "vive um dia por vez!" 



(fonte: Daily News)

5 comentários:

Psiquismo Desmistificado disse...

Olá Wally,
Realmente há muitos filmes imitando a vida real.
Tentar imaginar essa situação de nunca se lembrar de nada é algo que parece impalpável para nós. Mas deve ser bastante difícil viver dessa forma, não é mesmo!!
Enquanto isso, vamos vivendo um dia de cada vez, à nossa maneira.
Um grande abraço

Tay. disse...

Fiquei arrepiada...
Mas ainda não acredito que exista um amor assim... ou que exista um amor tão forte. Penso logo: ok, o marido dela faz o mesmo 'trabalho' do personagem que o Adam Snadler faz no filme, muito bonito isso... Mas será que ele tem só essa mulher mesmo? Duvido! Eu não consigo acreditar.
Mas... história bonita.

Beijos, e saudades daqui! Andei sumida, porque sei lá... Desinteressei por algumas coisas, evito ficar em casa e estou voltando a ter certo controle... e quero continuar achando que tenho.

Reflexões Borderline disse...

Querido amigo e Dr.

Eu sempre achei dificílimo viver um dia de cada vez.
Mas acontece que de um tempo para cá isso acabou se tornando rotina.
É que para minha própria saúde mental e emocional eu 'não tive escolha'.
Ou eu deixava as feridas do passado e as preocupações com o futuro de lado ou eu 'pirava'
Escolhi viver um dia por vez...

Abraços

Reflexões Borderline disse...

Tay, eu acredito que um amor assim é raro.
Talvez 1 em 1.000.000
De fato é difícil aceitar que exista, mas não acredito ser impossível.

Beijos
P.S.Que bom que você está melhor =)

Tay disse...

Acho tão impossível quanto esse amor 'normal', que nem precisa ser de novela...
Não acredito nem nesse.
Agora viver um dia de cada vez? Acho que eu nunca vou conseguir, é tão... fora de alcance.

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