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Mostrando postagens com marcador Cultura e Tradição. Mostrar todas as postagens
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31/12/2012

A História do Ano Novo

O ano-novo se consolidou na maioria dos países há 500 anos. 

Desde os calendários babilônicos (2.800 a.C.) até o calendário gregoriano, o réveillon mudou muitas vezes de data.

A primeira comemoração, chamada de "Festival de ano-novo" ocorreu na Mesopotâmia por volta de 2.000 a. C. 
Na Babilônia, a festa começava na ocasião da lua nova indicando o equinócio da primavera, ou seja, um dos momentos em que o Sol se aproxima da linha do Equador onde os dias e noites tem a mesma duração.

No calendário atual, isto ocorre em meados de março (mais precisamente em 19 de março, data que os espiritualistas comemoram o ano-novo esotérico).

Os assírios, persas, fenícios e egípcios comemoravam o ano-novo no mês de setembro (dia 23). Já os gregos, celebravam o início de um novo ciclo entre os dias 21 ou 22 do mês de dezembro.

Os romanos foram os primeiros a estabelecerem um dia no calendário para a comemoração desta grande festa (753 a.C. - 476 d.C.) 

O ano começava em 1º de março, mas foi trocado em 153 a. C. para 1º de janeiro e mantido no calendário juliano, adotado em 46 a. C. 

Em 1582 a Igreja consolidou a comemoração, quando adotou o calendário gregoriano.
(fonte: MiniWeb Educação)

13/11/2011

Mulheres Afegãs vão à TV para Denunciar Violência Doméstica

De acordo com a ONU, mais de 87% das mulheres do país sofrem violência doméstica.

Mas agora, um programa de TV que está no ar há quase um ano, está mudando as atitudes no país em relação à violência.

A atração A Máscara convida mulheres a falarem francamente e - sem revelar suas identidades - sobre os problemas que enfrentam nos seus lares.

O Afeganistão já foi considerado um dos lugares mais perigosos do mundo para uma mulher. E muitas vezes o perigo mora em casa.

24/08/2011

Comida & Cultura - Alimentos Bizarros

Em algumas sociedades ao redor do mundo, comer baratas e vermes, e engolir o coração ainda pulsante de uma cobra são tradições e até mesmo iguarias.

Neste episódio de Tabu, viaje pelas fronteiras culturais para explorar hábitos culinários extremos que são aceitos em algumas culturas, mas proibidos ou vistos como ultrajantes por outras. 

Em Hanoi, no Vietnã, serpentes mortais são valorizadas por suas propriedades de cura. Já na região rural do pais, a tradição é comer insetos, tais como uma refeição de seis pratos composta por gafanhotos, escorpiões fritos, bichos-da-seda,  grilos e besouros. 

No Japão, as pessoas pagam centenas de dólares e arriscam a vida para saborear o suave, porém letal baiacu chamado "fugu", responsável por cerca de 50 mortes, anualmente. 

Um vez por ano, membros de um clube de elite, em Manhattan, se banqueteiam com uma culinária gourmet que inclui garras de urso, tarântulas, testículos de porco cozidos em sangue. A sobremesa fica por conta de morangos suculentos com calda de chocolate e larvas vivas.

18/08/2011

Em Nome do Amor...


Até onde você iria por alguém que você ama?
Beberia o sangue dessa pessoa?
A roubaria de seu cônjuge?
Se comprometeria com um prisioneiro?

Algumas pessoas vão além da razão em nome do amor... Confira em:

Rituais de Acasalamento



25/05/2011

Virgens Juramentadas da Albania

Na Albânia, país de maioria islâmica, o Kanun é adotado por muçulmanos e cristãos. 
 
Pashe Keqi tem recordações do dia quase 60 anos atrás quando ela decidiu se tornar um homem. Ela cortou seus longos cachinhos negros, trocou seu vestido por uma calça larga do seu pai, muniu-se com um rifle de caça e fez votos de renúncia ao casamento, filhos e sexo.

Durante séculos, na sociedade fechada do norte rural da Albânia, trocar de gênero era considerado uma solução prática para uma família com falta de homens.

O pai dela foi morto em uma briga de família e não havia disponível herdeiro do sexo masculino. Pelo costume, Pashe, agora com 78 anos, assumiu um voto vitalício de virgindade. Ela passou a viver como homem, o novo patriarca, com todos os aspectos da autoridade masculina - incluindo a obrigação de vingar a morte do seu pai.
 
Ela diz que não faria isso hoje, agora que a igualdade sexual e a modernidade chegaram até mesmo à Albânia, com o namoro pela Internet e a MTV invadindo o país após a queda do muro de Berlim. As meninas aqui não querem ser meninos mais.

Restando apenas Pashe e outras 40 mulheres, a tradição da virgem juramentada na Albânia está morrendo. "Naquela época era melhor ser homem, porque antes uma mulher e um animal eram considerados a mesma coisa", disse Pashe, que tem voz grave, senta-se com suas pernas abertas como um homem e toma raki, bebida alcoólica típica, a goladas. 

"Agora, as mulheres albanesas têm direitos iguais aos dos homens, e estão ainda mais poderosas. Acho que hoje seria divertido ser uma mulher".

A tradição da virgem juramentada pode remontar ao Kanun de Lekë Dukagjini, código de conduta que foi passado oralmente de geração a geração entre os clãs do norte da Albânia por mais de 500 anos. Sob o Kanun, o papel da mulher é severamente limitado: tomar conta dos filhos e manter a casa. Enquanto a vida de uma mulher vale a metade da vida de um homem, o valor de uma virgem é o mesmo: 12 bois.

A virgem juramentada nasceu de uma necessidade social em uma região agrária assolada pela guerra e pela fome. Se o patriarca da família morresse sem herdeiros homens, as mulheres solteiras da família poderiam ficar sozinhas e sem força. Fazendo o voto de virgindade, as mulheres podiam assumir o papel de homem à frente da família, portar uma arma, ter posses e se movimentar livremente.

Elas se vestiam como homens, embora muitas mantivessem seus nomes femininos. Não eram ridicularizadas, mas aceitas na vida pública. Para algumas, a escolha era uma forma de conseguir autonomia ou evitar um casamento arranjado.


P.S. O motivo de elas aderirem ao celibato é que apesar de "se fazerem" homens, elas continuam sendo sexualmente mulheres mas se assumissem um relacionamento com um homem estariam cometendo um ato homosexual e poderiam até mesmo serem apedrejadas até a morte.
(assisti na NatGeo) 

14/05/2011

Celebrações da Sexta-feira 13

Em Portugal, muitas cidades e vilas celebram a Sexta-feira 13. A maior festa acontece no castelo de MontalegreTrás-os-Montes. Em Montalegre, todas as sextas-feiras 13 há uma grande festa, onde não faltam as bruxas, os bruxos, feitiçosteatro e a famosa queimada (vide foto abaixo)


Na vila de Vinhais, na aldeia de Cidões, também se festeja a sexta-feira 13. Nesta festa, as pessoas reúnem-se á volta de uma grande fogueira. Há também um banquete com produtos locais.

Em Cavalinhos, Leiria, as mulheres juntam-se num encontro onde os homens não podem participar. A noite é das mulheres, que aproveitam para passarem uma noite com muita adrenalina.

Noutras cidades, também em Portugal, como BragaLoulé ou Porto, a sexta-feira 13 é celebrada com muita animação e com muitas bruxas.

Parascavedecatriafobia

Parascavedecatriafobia é um medo irracional e incomum da sexta-feira 13.

Uma Sexta Feira 13 ou seja, uma Sexta-feira no dia 13 de qualquer mês, é considerada popularmente como um dia de azar.

Esta superstição pode ter tido origem no dia 13 de Outubro de 1307, sexta-feira, quando a Ordem dos Templários foi declarada ilegal pelo rei Filipe IV de França; os seus membros foram presos simultaneamente em todo o país e alguns torturados e, mais tarde, executados por heresia.

Outra possibilidade para esta crença está no fato de que Jesus Cristo provavelmente foi morto numa sexta-feira treze, uma vez que a Páscoa judaica é celebrada no dia 14 do mês de Nissan, no calendário hebraico.

Recorde-se ainda que na Santa Ceia sentaram-se à mesa treze pessoas, sendo que duas delas, Jesus e Judas Iscariotes, morreram em seguida, por mortes trágicas, Jesus por execução na cruz e Judas provavelmente por suicídio.

Antes disso, porém, existem versões que provêm de duas lendas da mitologia nórdica

Na primeira delas, conta-se que houve um banquete e 12 deuses foram convidados. Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga que terminou com a morte de Balder, o favorito dos deuses. Daí veio a crendice de que convidar 13 pessoas para um jantar era desgraça na certa.

Segundo outra história, a deusa do amor e da beleza era Friga (que deu origem a frigadag, sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, Friga foi transformada em bruxa. Como vingança, ela passou a se reunir todas as sextas com outras 11 bruxas e o demônio. Os 13 ficavam rogando pragas aos humanos.

01/04/2011

A Nação Mais Obesa do Mundo

Se você pensou Estados Unidos... ERROU! :P

Quer tentar de novo?
Ah, não importa. 
Você não vai acertar mesmo! :D

O país mais “obeso” do mundo e cujos habitantes têm, em média, um Indice de Massa Corporal (IMC) de 35, é Nauru.

Já sei, nunca ouviu falar, né? :P
Nauru é um país localizado em uma ilha no sul do Pacífico, com cerca de 10 mil habitantes. 

A obesidade é resultante da importação crescente de comida industrializada. 


O prato mais popular da região é frango frito, acompanhado de um belo copo de coca-cola.

Não sei porque... 
... mas  esse prato me soou um tanto americano!?! :D
(fonte: Oddee)


31/03/2011

A Cabana do Amor


A tribo Kreung, na região remota do Camboja, segue uma tradição muito atípica para o resto do mundo:

Quando as meninas se tornam adolescentes, seus pais constroem uma cabana denominada "Cabana do Amor" para que suas filhas possam "descobrir o amor"- por assim dizer.

Diferentes meninos passam a noite na cabana com a garota, às vezes mais de um na mesma noite, até que ela descubra com quem quer se casar.

O divórcio não existe entre os Kreung e é justamente  por esse motivo que essa tradição é seguida, para que os casais possam escolher a pessoa certa com quem possam passar o resto da vida.

Essa notícia é um prato cheio para as feministas! :D

28/03/2011

Maçã com Suor

Na Áustria rural, o caminho para o coração de um amor são maçãs mergulhadas no suor de axilas. 

As mulheres jovens praticam uma dança tradicional com fatias de maçã em suas axilas. 

Após a dança, elas dão uma fatia para o homem de sua escolha, e ele come. 

08/03/2011

Carnaval na Nigéria

Milhares de pessoas buscam um bom lugar para assistir ao desfile. Segundo a tradição, é durante o festival que os espíritos dos ancestrais voltam para livrar os vivos de más influências.

O governo reforçou a segurança para evitar casos de violência que aconteceram no passado. Alguns dizem que o carnaval teve origem no Eyo.

Os nigerianos conhecem a fama do carnaval brasileiro e querem que, no futuro, o Eyo também vire uma grande atração turística.






07/03/2011

Carnaval em Nova Orleans

Nova Orleans fica à beira do Rio Mississipi, no Estado da Lousiana, no sul dos Estados Unidos, e todo o ano celebra o seu carnaval, conhecido como Mardi Gras.

A cidade é conhecida por seu humor, sua diversidade cultural, sua cozinha sofisticada e principalmente sua música. Para muitos, foi nela que o jazz nasceu – e é ao som dessa música que a festa acontece.

O Mardi Gras toma as ruas de Nova Orleans na época do carnaval

Como o carnaval brasileiro, o Mardi Gras de Nova Orleans tem origens religiosas. Hoje, ela está aberta para todos que quiserem brincar.

No século 19, participantes do Mardi Gras começaram a jogar colares de contas de plástico aos foliões e saudá-los. Mas, na década de 70, a tradição mudou quando universitárias bêbadas passaram a mostrar os seios para conquistá-las.

O Mardi Gras também tem desfiles de carros alegóricos e, como no Brasil, é comum que famosos participem dessa festa. Durante cinco horas, os destaques jogam contas de plástico para os foliões.


06/03/2011

Carnaval Feminista na Inglaterra

Mais de 150 calcinhas foram enviadas de diferentes partes do mundo para o projeto do carnaval feminista na cidade de York, no norte da Inglaterra.

As peças íntimas serão cortadas, costuradas e ganharão novos adereços para depois, então, serem transformadas em uma grande rede de bandeirinhas.

A iniciativa está sendo organizada pelo Centro de Estudos das Mulheres da Universidade de York. De acordo com Julia Triston, artista que lidera o projeto, exibir as calcinhas é uma forma de mostrar a diversidade de formas, tamanhos e gostos das mulheres. "Nossas calcinhas podem revelar muito, quem somos", completa a artista.

O carnaval feminista de York pretende celebrar o centenário da instituição do Dia Internacional da Mulher, comemorado dia 8 de março.


Carnaval na Suíça

Às 4 horas da manhã desta segunda-feira, as luzes se apagaram na cidade de Basileia, na Suíça, para o tradicional desfile de lanternas que dá início ao carnaval da cidade.

São cerca de 200 lanternas pintadas, algumas satirizando políticos.

O carnaval de Basileia começa sempre na semana seguinte à quarta-feira de cinzas.

A festa de rua dura três dias.


05/03/2011

Carnaval na Itália


O tradicional Carnaval de Veneza, na Itália, está sendo marcado este ano pela contenção e a "sobriedade", segundo seus organizadores.
Diante da crise econômica mundial, muitos hotéis estão baixando os preços, e turistas estrangeiros estão aproveitando barganhas encontradas na internet.
Mas as famosas fantasias usadas desde que a festa começou, no século 13, ainda mantêm os preços pré-crise.
Algumas chegam a custar mais de US$ 1 mil.

Festival de Bonecas - Hina Matsuri

O Hina Matsuri, ou Festival de Bonecas, é uma tradicional celebração japoensa realizada sempre no terceiro dia de março para afastar maus espíritos.

Durante as celebrações, as famílias rezam pela felicidade e saúde das meninas do país.

Mais de mil bonecas, vindas de diferentes partes do Japão, foram exibidas no salão principal do templo da cidade de Sendai, no norte do país.

Tradicionalmente, as bonecas são expostas em cima de um tapete vermelho.

04/03/2011

Carnaval na Grécia


Mais de 1,5 mil quilos de farinha foram usados como munição na tradicional guerra de farinha da cidade grega de Galaxidi, a 200 quilômetros oeste de Atenas.
A festa marca o final do Carnaval no calendário grego ortodoxo.
Os participantes se dividem em dois grupos rivais que se encontram no centro da cidade. A farinha é tingida com corantes para alimentos, e o objetivo é deixar o inimigo o mais sujo possível.
Acredita-se que a tradição tenha começado em 1801, quando os residentes de Galaxidi desafiaram os otomanos que ocupavam a Grécia ao celebrar o proibido carnaval, pintando seus rostos com cinzas e dançando pelas ruas da cidade.

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