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22/06/2011

Dez passos para um Coração mais Saudável

Mudar os hábitos de vida é uma necessidade para quem precisa conviver com uma doença cardíaca ou quer se prevenir de uma. Infelizmente, muitas pessoas precisam passar por um susto para tomar essa atitude. 

Se você não quer fazer parte nesse grupo, reproduzimos uma lista elaborada pela Harvard Medical School com dez pequenas atitudes que podem, depois de um tempo, fazer uma grande diferença para a saúde do seu coração.

1- Faça uma caminhada de dez minutos. Se você não se exercita nunca, uma pequena caminhada é uma boa forma de começar.

2- Levante um pouco de peso. Levantar que pese um pouco menos de um quilo algumas vezes por dia pode ajudar a tonificar os músculos. Quando ficar fácil, mude para itens mais pesados ou matricule-se na academia.
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3- Coma uma porção de frutas ou vegetais todos os dias. Eles são baratos, gostosos e fazem bem para muitas coisas, desde o seu cérebro ao intestino.

4- Tome café da manhã. Comece o dia com alguma fruta e grãos integrais como aveia, farelo de flocos e torrada integral.

5- Pare de beber suas calorias. Cortar refrigerantes ou bebidas com muito leite pode fazer você facilmente economizar cem ou mais calorias por dia. Em um ano, isso pode se traduzir numa perda de 4,54 kg.
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6- Carregue uma porção de noz. Nozes, amêndoas e amendoins fazem bem para o coração. Tente consumí-los quando você precisar de um lanche rápido. E adicione-os a saladas e use-os para substituir as carnes em massas e outros pratos.

7- Prove frutos do mar. Coma peixes ou outros alimentos do mar em vez de carne vermelha uma vez por semana. Faz bem para o coração, o cérebro e as medidas da sua cintura.

8- Respire fundo. Tente respirar devagar e profundamente por alguns minutos do dia. Pode ajudar a relaxar. Uma respiração lenta e profunda também pode ajudar a baixar a pressão arterial.

9- Lave as mãos com frequência. Usar água e sabão durante o dia é um bom jeito de proteger seu coração e sua saúde. Gripe, pneumonia e outras infecções podem ser muito danosas para o coração.

10- Contabilize as coisas boas. Tirar um momento por dia para lembrar das coisas boas da sua vida é uma forma de começar a ativar outras emoções positivas. Elas estão relacionadas a uma saúde melhor e sensação de bem-estar.

21/06/2011

Depoimento - Será que meu marido tem TPB?


Da série: Comentários que Merecem Destaque
Comentário feito nessa postagem aqui.

Navegando pela internet, e chorando muito, encontrei esse espaço...por favor, preciso de ajuda e talvez aqui eu a tenha encontrado! Sou casada a 15 anos com um homem e desse tempo todo, no mínimo a uns 13 não sei lidar com ele.

Minha história começa como a de tantas outras. Casei-me muito nova depois de vários anos de namoro e não desconfiava do que estava por vir após o casamento. Ele sempre foi muito gentil, amoroso, delicado e se mostrava totalmente apaixonado. Vez ou outra apresentava cenas de ciúmes, mas eu achava até bonitinho porque demonstrava preocupação e carinho para comigo (eu achava isso...). 

Quando casamos, ambos trabalhávamos muito então nossa vida era um rotina perfeita, sem muitas discussões e brigas. Daí fui promovida na empresa em que atuava e passei a viajar constantemente. Quando eu voltava, ao invés de encontrar um marido com saudades, via um homem com raiva, que me xingava e me humilhava como seu eu tivesse culpa da minha empresa ter me enviado para mais uma viagem de trabalho. 

O mais estranho disso tudo é que eu pagava quase todas as contas da casa, pois estávamos comprando um imóvel próprio (morávamos de aluguel) e o salário dele era pra essa casa própria. Ou seja: eu precisava trabalhar e consequentemente viajar! Mas ele nem reparava nesse "detalhe"! O objetivo dele era me importunar, brigar comigo. Quando fiquei grávida do nosso primeiro filho, a coisa piorou drasticamente. 

A família dele começou a interferir na nossa vida, já que eu esperava a primeira criança da casa. Ninguém me deixava em paz! Eu era feita de escrava, mesmo todos vendo que eu tinha um recém-nascido pra cuidar na época. 

Lembro-me uma vez, logo que tirei meus pontos da cézarea, ele queria uma calça para ir em uma festa e essa calça estava amassada. Ele ficou com tanto ódio disso, mesmo tendo mais 15 calças passadas para usar, que atirou a mesma junto com um livro pesado que ele estava na mão, na minha direção, machucando a minha barriga recém-operada!

Eu nem reagia de tanto medo dos seus gritos, xingamentos e humilhações! Morria de medo dele bater também no meu bebê! Daí eu chorava baixinho e logo ele vinha se desculpar, mostrando-se carinhoso e tals. Eu ficava magoada, mas acabava perdoando. Nesse meio tempo, ele recebeu uma transferência para outra cidade e apesar de eu continuar trabalhando e querer ficar no meu emprego, a família dele se meteu na nossa decisão e eu acabei pedindo demissão e indo com ele para outra cidade. 

Lá, engravidei novamente, mas como morávamos longe de tudo e todos, parecia que as coisas estavam se normalizando finalmente. Mas voltamos para a cidade anterior porque o emprego dele não deu certo e o inferno recomeçou! Tudo ele se irritava e punha a culpa em mim! Se o macarrão ficasse mais mole do que ele gostava, era motivo para jogar a comida toda no chão, gritar e me xingar! 

Toda vez que ele implicava com alguma coisa que eu fazia, ele me chamava de vagabunda e insinuava que eu não fazia nada o dia inteiro, que tinha que trabalhar. Mas quando eu arrumava um emprego, ele criticava, ficava do contra e eu não aceitava a proposta. Não tenho a quem recorrer porque só tenho um irmão como família e ele mora em outro país. 

Quando eu conto o que eu passo com o meu marido, ninguém acredita em mim pois para os outros, ele é extremamente sociável, polido, educado, gentil, engraçado e simpático!

Já cheguei por muitas vezes a achar que eu era culpada por ele ser agressivo assim.
Todo dia, eu checo minha casa toda, centímetro por centímetro, vendo se está limpo, se tem a comida que ele quer, se as roupas estão em ordem, se meus filhos estão quietos e limpos, porque se ele ver algo que não o agrade, é briga feia na certa.

Ultimamente ele tem sido muito agressivo comigo por causa da família dele. A família do meu marido é daquelas muito ricas, que humilham as pessoas de menor poder aquisitivo. Eles estão sempre certos de tudo e eu estou sempre errada de tudo para meu marido. 

Estou com mais de 40 anos, desempregada a mais de 10 anos e não sei nem mais como fazer para cuidar dos meus filhos sozinha, nem tenho a quem recorrer, nem aonde ir, por isso vou ficando na relação, sem saber o que fazer. Já pedi para ele fazer terapia, até de casal, mas ele sempre diz que a louca sou eu.

Eu mostro para ele o porque das coisas, explico, com carinho, com educação. Daí parece que ele entende e tals. Mas se depois de um tempo, a discussão surge novamente, parece que ele esquece tudo o que conversamos e volta a estaca zero!

Me ajudem! Se ele for borderline, como fazer para convencê-lo a se tratar! Estou desesperada!
Pati

Rachaduras nos Pés

As rachaduras nos pés e calcanhares costumam ser um incomodo. Muitas das vezes, estas partes do corpo são esquecidas, justo elas, que nos sustentam o dia inteiro, acabam por sofrer os efeitos de uma má hidratação da pele dessa região. 

Acontece que, por passarmos a maior parte do tempo calçados, não damos a devida atenção aos nosso pés e, ao sair de sandália ou sapatos abertos, percebemos que algo deve ser feito para melhorar a saúde do pé e, porque não, a aparência.

Receitinha:

Você vai precisar de:
Meio copo de óleo de milho
seis dentes de alho

Modo de Preparo:
Esmague bem os dentes de alho e misture junto ao óleo de milho. Leve a mistura em banho maria por cerca de dez minutos, então, coe.

Posologia
Passe na região com as fissuras duas vezes ao dia.

20/06/2011

Comentário em: História Borderline - T.



Da série: Comentários que Merecem Destaque
Comentário feito nessa postagem aqui.

Bem sou psicoterapeuta e gostaria de dar a minha opinião.
Primeiro fiquei contente em saber que as pessoas acima reconhecem a importância de procurar um profissional que possa ajuda-lá, pois este blog é muito esclarecedor, mas o papel do profissional é de total importância querida!

Você precisa procurar um psicólogo afim de obter um diagnóstico que possa orienta-lá,os seus sintomas são bem graves, foram muitas tentativas de suicídio, mas tenho certeza que isso não significa que vc não queira viver não é mesmo? É apenas uma tentativa de aliviar sua dor :(

Que bom que vc já percebeu que há outros meios como por exemplo desabafar aqui!

Cuidado Tay, pois as doenças da mente são muito complexas, os filmes ilustram muito bem o garota Interrompida por exemplo é muito bom para descrever o paciente Border, porém o diagnóstico não pode ser feito desta maneira, por vc se identificar com o sofrimento e sintomas dos personagens psiquiátricos que eu brinco que costumam seduzir os mais sensíveis. Partindo deste principio,todos nós pensariamos... Ô mas será que sou border? Bipolar ?????

Tay eu não sei onde vc reside, mas o acompanhamento psicológico se faz necessário e sei que exige um investimento financeiro ou encaminhamento do clínico do convenio. E isso é um pouco dificil, porque para os médicos lidar com doenças "invisíveis" é um problema

Mas aconselho vc à procurar uma clínica escola, uma Universidade que tenha o curso de Psicologia e possa fornecer atendimento gratuito (Informe-se sobre atendimento gratuito em Universidades).Os profissionais são supervisionados por outros Psicólogos geralmente muito experiêntes e farão uma triagem e diagnóstico com vc, é um processo bem esclarecedor,após algumas sessões vc provavelmente será chamada para devolverem para vc o que foi diagnosticado e o que é indicado para o seu caso.

Boa sorte para vc tão nova e já preocupada consigo e isso é muito especial.
Ainda que vc seja diagnosticada com o transtorno ou outra doença, lembre-se que sempre há chances de melhorar e vc não é sua doença ,apenas TEM uma doença!

Quanto a relação com o seu namorado, imagino que seja dificil para ele também, mas converse, não precisa expor o nome do que vc ainda desconfia que têm, mas diga que vc precisa de ajuda e reconhece isso! 
Acalme-se,vc não precisa passar por isso sozinha, existem pessoas aqui neste canto para compartilhar angústias com vc, existem os profissionais, e nós somos preparados para ajuda-los confie nisso, e existem psiquiatras bons que podem ajuda-lá também, com medicações que a auxiliem, não deixando vc dopada, mas que ajude a amenizar os sintomas, esse vazio que a depressão trás consigo,ou seja...
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O que vc viveu até hj foi muito doloroso, mas existe solução e as coisas serão clareadas conforme vc descobre o diagnóstico e caminho a seguir!

Abraço carinhoso muita força e leve os processos e indicações até o final que tudo vai melhorar!
Renata L.

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