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04/04/2013

Síndrome da Fadiga Crônica (SFC)


A síndrome da fadiga crônica (SFC) tornou-se um dos mistérios mais frustrantes da medicina.

Os portadores da SFC sofrem de uma fadiga inexplicada e debilitante que pode persistir indefinidamente. Seus sintomas, semelhantes aos de uma gripe, que são fadiga (falta de energia), mal-estar, dor muscular, dor de garganta, febre baixa e linfonodos inchados, geralmente permanecem por muito mais tempo do que simplesmente uma gripe, mononucleose ou alguma outra doença infecciosa.

A depressão, comum em muitas doenças crônicas, pode acompanhar os outros sintomas da SFC.
Da mesma forma, os problemas cognitivos, como confusão e esquecimento, assim como distúrbios do sono.

Existem muitas teorias sobre a causa da síndrome da fadiga crônica, mas, até aqui, ninguém apareceu com uma resposta definitiva. É um vírus? Há uma tendência genética para desenvolvê-la? É desencadeada por estresse? É um mau funcionamento do sistema imunológico? Ninguém sabe.

Até o diagnóstico da SFC pode ser incerto, já que não existe disponível, atualmente, nenhum exame de sangue ou raio X que diga "sim, esse paciente tem SFC". Ao contrário, continua sendo principalmente um diagnóstico de exclusão. 

Isto é, seu médico deve primeiro descartar outros problemas de saúde, como anemia, esclerose múltipla, doenças da tireóide, lupus e até câncer, que podem provocar sintomas semelhantes. 

A fadiga crônica, apesar de tudo, é uma das queixas mais comuns que os médicos escutam dos pacientes. Por isso, para que o diagnóstico da SFC seja um pouco mais claro, consistente e confiável, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos estabeleceram diretrizes para diagnosticar o problema com base no trabalho de cientistas internacionais que estudam a síndrome.

Diagnóstico

A comediante norte-americana Gilda Radner foi diagnosticada erroneamente com síndrome da fadiga crônica, que retardou a descoberta do câncer de ovário que, no fim, a matou. Esse é um dos piores cenários que podem ocorrer com a SFC. Por isso, se suspeitar que tem a síndrome da fadiga crônica, tenha certeza de que seu médico descartou quaisquer outros problemas que possam causar sintomas semelhantes.

Como não há um teste que diagnostique a SFC, o Centros de Controle de Doenças (CDC) estabeleceu diretrizes, em 1994, para seu diagnóstico. De acordo com elas, você deve ter fadiga crônica grave se os sintomas durarem seis meses ou mais e forem excluídos, por meio de diagnósticos médicos, quaisquer outros problemas de saúde conhecidos. E você deve apresentar, simultaneamente, quatro ou mais sintomas descritos a seguir:

-diminuição significativa da memória ou concentração;
-dor de garganta;
-linfonodos sensíveis;
-dor muscular;
-dor, sem inchaço nem vermelhidão, em várias articulações;
-dor de cabeça de um novo tipo, padrão ou gravidade;
-sono intranquilo;
-mal-estar que ocorre após esforço e dura mais de 24 horas.

Esses sintomas devem persistir ou recorrer durante seis meses consecutivos ou mais e não devem ocorrer antes da fadiga.

Estratégias para lidar com a síndrome da fadiga crônica

Aqui vão as estratégias para lidar com a síndrome da fadiga crônica conforme recomendação dos especialistas: médicos, psicoterapeutas e pacientes. Algumas tratam do lado físico da doença, outras, do lado emocional de se viver com uma doença crônica, e outras ainda simplesmente dão dicas práticas. Junto com as recomendações e cuidados de seu médico, elas podem ajudá-lo a lidar com a SFC, no seu dia-a-dia.

Estabeleça uma parceria com sua equipe de tratamento. Encontre um médico em quem você confie e que leve a síndrome da fadiga crônica a sério (já que a existência verdadeira da SFC como uma única condição médica não é universalmente aceita no campo médico). Passe por vários médicos, se necessário, e faça muitas perguntas. E na hora de escolher, confie na sua intuição. Além disso, trabalhe com seu médico e outros profissionais de saúde aprendendo sobre a síndrome da fadiga crônica.

Exercício
Uma quantidade apropriada de atividade física ajuda a mantê-lo emocional e fisicamente saudável. Entretanto, é importante saber quanto fazer e quando parar. Fale com seu médico ou consulte-se com um fisioterapeuta para saber que atividades você pode fazer. Pode ser que você consiga fazer caminhada, natação, hidroterapia, alongamento, ioga ou tai chi.

Faça o que puder pelo seu corpo
Faça o básico para levar uma vida saudável: Faça uma dieta nutritiva, descanse e participe de um programa de exercícios moderados, mesmo que seja apenas uma caminhada diária de cinco minutos.

Sofra pelo que você perdeu
É normal ficar chateado por ter desenvolvido uma doença crônica. Admitir isso pode ajudá-lo a aceitá-la.

Não se culpe 
Você não tem culpa de estar doente.

Encontre apoio
Falar de sua condição com outros portadores da SFC pode ser de grande ajuda. Eles entendem o que você está passando e podem oferecer apoio, conselho, amizade e informação. Pergunte a seu médico ou a hospitais da região sobre grupos de apoio locais ou procure nas páginas amarelas ou na Internet. Entretanto, evite grupos de apoio que usam as reuniões como pontos de vendas de produtos alternativos. Você também pode procurar aconselhamento profissional, já que a depressão geralmente faz parte de qualquer condição crônica.

Gaste suas energias com sabedoria
Muitos pacientes falam em usar seus preciosos depósitos de energia como se fossem moedas de um cofrinho: racionam com cuidado e utilizam somente quando necessário. Sente-se, em vez de ficar em pé, evite ficar subindo e descendo escadas desnecessariamente, estacione na vaga para deficientes, de modo que fique próximo de seu destino, peça para que suas compras sejam entregues em domicílio e/ou contrate alguém para limpar sua casa. Tudo isso é para guardar energia para fazer as tarefas do dia-a-dia.

Estabeleça metas justas
Seja realista ao determinar as metas diárias, tendo em mente como você realmente se sente, e não como gostaria de se sentir. Se estabelecer metas muito altas, ficará desapontado caso não consiga cumpri-las. Se tiver expectativas razoáveis, você poderá cumprir suas metas e ficará com a sensação de realização e controle.

Programe períodos de descanso 
Ouça seu corpo e respeite sua necessidade de descansar antes e depois das atividades. 

Estabeleça prioridades 
Pode ser que você tenha tempo somente para as duas ou três primeiras tarefas de sua lista, então, procure colocar as mais importantes no topo dela. 

Mantenha os horários do trabalho e da casa na mesma agenda. 
Dessa forma, você não se sobrecarrega, por exemplo, marcando uma reunião de trabalho importante no mesmo dia da festa de aniversário de seu filho. 

Aprenda a se adaptar
Encontre maneiras de se socializar que não o desgastem. Assista a um vídeo em casa com os amigos em vez de ir ao cinema, ou peça comida em vez de se reunir em um restaurante. Os amigos e familiares que realmente se preocupam com você não se importarão com isso.

Divirta-se 
Com menos energia para concluir as coisas, você pode querer trabalhar sempre que se sentir bem e considerar a socialização uma extravagância que não conseguirá aguentar. Equilibre sua vida deixando um tempo para os amigos e a família.

Tenha um diário 
Mesmo que você não escreva nele todo dia, o diário pode ajudá-lo a colocar seus sentimentos em evidência.

Não ignore sua sexualidade 
Você pode programar o sexo para quando se sentir bem. E isso pode ser em uma manhã ou uma tarde, caso geralmente fique muito cansado à noite. 

Tenha senso de humor
Procure filmes engraçados, livros, programas de televisão e pessoas que distraiam você de seu estresse diário, e não que o incentivem a se afogar nele.

Viva o hoje

Tente não se prender ao passado nem ao futuro.



23/05/2011

Aborto & Depressão

O aborto pode afetar seriamente a saúde psíquica das mulheres. 

Uma pesquisa da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, vinculada à USP (Universidade de São Paulo) com 120 mulheres que passaram por aborto indica que mais da metade apresentara algum nível de depressão e a maioria sofre de baixa a média estima pessoal.

O estudo foi realizado entre agosto de 2008 e setembro de 2009, com mulheres internadas em um hospital público do interior do Estado de São Paulo, com diagnóstico de abortamento. 

Mariana, autora do estudo, detectou que 57% delas apresentavam sinais indicativos de depressão, sendo que em 33% os sintomas eram leves e prolongados e 22% eram moderados. Em 13% dos casos a depressão era grave.

Segundo a pesquisadora, estudos anteriores já mostraram que o aborto pode ter relação com depressão antes e após a ocorrência, mesmo a longo prazo.

A maioria das mulheres do estudo é jovem, solteira e com relacionamento estável, católica, com poucas atividades de lazer, sem fonte de renda própria, sem casa própria, mas com residência fixa há mais de um ano. 

A maioria delas também não teve problemas de relacionamento e de violência na gravidez. Entretanto, as que tiveram problemas relataram uso de álcool e drogas na família. 

Os dados revelaram, ainda, associação entre violência familiar e aborto provocado.

13/12/2010

Síndrome Alcoólica Fetal

A síndrome alcoólica fetal (SAF), caracterizada por microcefalia, dismorfias craniofaciais e retardo mental, foi descrita em 1968 e ratificada em trabalhos científicos de 1973.

O abuso ou consumo de álcool pela gestante a submete ao mesmo índice de risco que o álcool tem na população em geral. 

No entanto, representa riscos graves e únicos ao feto e está associado à síndrome alcoólica fetal.

A etapa da gestação na qual há o consumo de álcool também é importante. O consumo de álcool durante o primeiro trimestre é mais perigoso do que durante o segundo trimestre que é, por sua vez, mais perigoso do que durante o terceiro e assim por diante. 

O álcool ingerido por uma gestante atravessa facilmente a barreira placentária até chegar ao feto. Por isso, o consumo de álcool pode adversamente afetar o desenvolvimento do bebê.

A síndrome alcoólica fetal apresenta as seguintes anormalidades:

* atraso no crescimento intra-uterino: deficiências de crescimento do feto e do recém-nascido em todos os parâmetros: perímetro da cabeça, peso, altura)

* atraso no desenvolvimento acompanhado de redução da função mental (de moderada a grave)

* anormalidades faciais incluindo cabeça pequena  (microcefalia), maxilar superior pequeno,nariz pequeno e curvado para cima,sulco labial liso (ranhura no lábio superior),lábio superior liso e fino, olhos com aparência incomum com pregas epicânticas proeminentes

* defeitos cardíacos como o defeito do septo ventricular (VSD) ou o defeito do septo atrial (DAS)

* anormalidades dos membros nas articulações, mãos, pés, dedos das mãos e dos pés.

Acredita-se, de acordo com opinião de diversos especialistas, que manifestações neurocognitivas semelhantes à sindrome de déficit de atenção (SDA), com ou sem hiperatividade, possam ser secundárias à ação do etanol sobre o cérebro em formação embrionária.

Nestes casos, não seria necessário grande consumo de bebidas alcoólicas pela mãe, mas eventuais abusos ou uso continuado acima do recomendado. Deve-se chamar a atenção para estes casos, pois a crença popular, partilhada por muitos profissionais da saúde, não vê problema no uso de bebidas alcoólicas durante a gravidez.

Já existem centros, como o da Universidade de Washington e o da Universidade de Lille (Centro Hospitalar de Tourcoing), nos Estados Unidos, que vêm desenvolvendo importantes trabalhos neste campo.

No Brasil, o problema vem despertando maior atenção, com a vinda de especialistas estrangeiros a encontros organizados por universidades. 

O Brasil é um dos maiores consumidores de bebidas alcóolicas do mundo e aqui a cerveja contém a mesma quantidade de álcool puro por dose-padrão: uma caneca de chope equivale a uma taça de vinho, a uma dose de cachaça ou de uísque.

08/12/2010

Menopausa aos 28

Hoje com 30 anos, Katy Hayward, moradora do condado de Lancashire (norte da Inglaterra), revelou que começou a desconfiar de que havia algo estranho quando tentou engravidar, há cerca de dois anos.

Ela então procurou um clínico geral, que disse que ela estava bem de saúde.

"Eu sabia que tinha algo errado", disse.

"Eu tinha ondas de calor e menstruação irregular, e o clínico geral apenas me receitou terapia de reposição hormonal.”

Mesmo assim, a britânica decidiu pressionar para ser atendida por um especialista.
Só depois dessa consulta, a britânica descobriu que, com apenas 28 anos, tinha iniciado a menopausa.

"Fiquei chocada", afirmou. "Ter um filho é um rito de passagem para uma mulher. Esta foi uma das coisas mais difíceis que enfrentei."

Estima-se que apenas uma em cada mil mulheres com menos de 30 anos passe pela menopausa. Aos 40, a proporção passa para uma em cada cem e, aos 45, cinco em cada cem.

Além de impedir a gravidez, a menopausa precoce aumenta a chance de as mulheres sofrerem fraturas e terem ataques cardíacos e derrames.

Depois de diagnosticada,Katy pediu a um especialista para verificar se era possível salvar seus óvulos, mas já era tarde demais.
Agora, sua única esperança de engravidar é uma doação de óvulos, mas ela pode enfrentar uma fila de até cinco anos.

A britânica adiou seus planos, mas afirma que ainda quer ter um filho.

De acordo com Katy, mulheres jovens como ela não recebem muita ajuda do sistema público de saúde britânico e nem aconselhamento sobre como lidar com o problema e seus efeitos colaterais.

Um projeto da Unidade de Pesquisa sobre Menopausa do Hospital Guy's, de Londres, espera esclarecer os problemas ligados à menopausa precoce.

Beth Cartwright, médica desta unidade, explicou que se sabe tão pouco a 
respeito do problema que os médicos ainda não sabem qual o melhor regime 
de tratamento.

Mas Cartwright espera que o estudo mude isto.
(BBC Brasil)

24/10/2010

Tipos de Dor de Cabeça

1. Cefaléia tensional: dor de cabeça mais comum
Caracteriza-se pela dor tipo peso, geralmente acometendo a cabeça toda ou mais localizada na parte de trás da cabeça, 
irradiando-se para a nuca. 
Geralmente há contração muscular na região dos ombros. 
Fadiga, irritabilidade, alterações de sono e de apetite são outros sintomas. 
Muitas vezes o paciente relata estar passando por alguma situação de conflito ou estresse. 

2. Enxaqueca: predominante no sexo feminino
Normalmente, a dor é latejante e sentida de um lado só da cabeça. Náuseas ou vômitos são comuns. 
É comum ainda a intolerância à luz e a outros estímulos sensoriais, como sons e odores. Alguns sinais, conhecidos como "aura", tendem a antecipar a dor. São, principalmente, de origem visual e incluem escurecimento de parte ou de todo o campo visual ou sensações visuais de luzes ou cintilações. 

3. Cefaléia por hipertensão intracraniana: em casos de tumores cerebrais ou hidrocefalia há aumento da pressão no interior do cérebro, que se encontra fechado na caixa craniana. A dor é contínua, e não em crises. 
Geralmente associa-se a náuseas e vômitos. 
Pode haver alterações de consciência. 
No caso de tumores, há sinais e sintomas neurológicos focais relacionados às áreas afetadas no cérebro. 

4. Cefaléia por rotura de aneurisma cerebral: é descrita pelo paciente como uma dor muito, muito intensa
A comparação é com uma paulada na cabeça, de instalação súbita e que também pode se acompanhar de náuseas e vômitos. 
Dependendo da gravidade do sangramento pode ocorrer deterioração neurológica, com piora grave até para coma.

5. Cefaléia pós-raquianestesia: acontece após procedimento anestésico - a raquianestesia. Caracteriza-se por dor intensa na cabeça inteira, podendo se associar a náuseas e vômitos. 
Caracteristicamente, a dor some quando o paciente permanece deitado com travesseiro baixo e se inicia assim que se levanta a cabeça.  

6. Cefaléia por meningite: tem as mesmas características da cefaléia por hipertensão intracraniana, e soma-se a presença de febre e mal-estar generalizado. 

Cefaléias secundárias: têm uma multiplicidade de fatores causais: 

1. Neuralgia do nervo trigêmeo: caracteriza-se por acometer a área da face sob a inervação do nervo trigêmeo
A dor é descrita como lancinante e persistente, com alguns períodos de alívio. 
Uma característica importante é a sensibilidade da chamada zona de gatilho: um toque leve em alguns pontos do rosto desencadeia a dor.

2. Dor de cabeça por sinusite: caracteriza-se por ser contínua, tipo peso, sem sintomas associados e que pode piorar quando se abaixa a cabeça.

3. Dor de cabeça por disfunção de ATM (articulação têmporo-mandibular): geralmente, portadores desse tipo de dor têm alterações da mastigação.
A dor ocorre nas regiões temporais e pode ser do tipo peso. 
Apalpando a ATM notam-se desvios ou alterações na dinâmica do fechamento e abertura da boca. 
Muitas vezes, o uso noturno de plaquinhas acrílicas, prescritas pelo dentista, resolve o problema.  
Outras vezes, em casos mais graves, aparelhos ortodônticos ou mesmo cirurgias reparadoras são necessários.  
(fonte: Yahoo)

25/09/2010

Coração Obeso

Os brasileiros vivem mais hoje. 
Mas também estão mais gordos, com a pressão mais alta e muito mais sedentários. 
Para os especialistas, o fenômeno que atualmente demonstra crescimento simultâneo da expectativa de vida e da obesidade não tem vida longa: a projeção é que as próximas gerações, se não virarem a mesa, vão viver menos do que seus pais.
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Este sábado, dia 25, é celebrado no mundo todo o Dia Mundial do Coração, data escolhida para que o planeta preste atenção neste órgão que apesar de vital, anda muito mal cuidado
No Brasil, segundo as estatísticas divulgadas semana passada pelo IBGE, as doenças cardíacas ocupam o topo do ranking das causas de mortalidade tanto em homens  quanto em mulheres.
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“Nossos últimos dados dão conta que, atualmente, 5% das crianças e adolescentes já têm a pressão alta, a principal inimiga do coração”, afirmou a professora de cardiologia da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Andrea Araújo Brandão. 
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“Os dados do IBGE indicam ainda que na população infantil do País, a quantidade de obesos e com sobrepeso foi ampliada de 3,5% - nos anos 70 - para os atuais 19%. 
A OMS (Organização Mundial de Saúde) já afirmou que 200 milhões de pessoas em idade escolar vivem com algum fator de risco cardíaco (obesidade, hipertensão, colesterol desregulado e diabetes são os principais). 
É uma geração que por estes fatores pode contrariar o que vem ocorrendo nas últimas décadas e viver menos do que seus pais”, lamenta a especialista.
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Viver menos não é seqüela exclusiva. 
As limitações também são mais graves. 
Ter um acidente vascular cerebral ou um infarto antes dos 40 anos ( duas doenças em ascensão) e sobreviver aos dois eventos pode significar enfrentar o resto da vida sem andar, falar ou produzir normalmente.
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(fonte: IG Último Segundo)

04/09/2010

Gatos Pretos & Alergia

Gatos nunca foram nem serão unanimidade: há um grupo que os odeia e outro que os ama. 
Mas, mesmo que você faça parte da turma apaixonada pelos bichanos, não terá como lutar contra este fato: eles são grandes causadores de alergias e afetam o dobro de pessoas quando comparados aos cachorros. 
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O que provoca a alergia são proteínas encontradas no pelo, na urina e na saliva dos felinos, o que faz com que todos os gatos possam provocar reações alérgicas. 
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Mas, superstições deixadas de lado, para alguns cientistas o maior vilão é mesmo o gato preto: quanto mais escura a pelagem, maior a probabilidade de ele causar alergias.
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Um pequeno estudo com 300 pacientes alérgicos feito em 2000 mostrou que os donos de gatos mais escuros tinham de duas a quatro vezes mais a manifestação alérgica, de moderada a severa, do que as pessoas com gatos claros ou sem bichos em casa. 
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A explicação seria maior concentração da proteína que causa a alergia. 
Um outro estudo mostrou que as fêmeas produzem menos substâncias alergênicas do que os gatos machos.
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A associação entre a cor e a manifestação da alergia, no entanto, ainda não é conclusiva, explica Clifford W. Bassett, do Centro de Cuidados de Alergia e Asma de Nova York, autor do estudo. 
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Um outro estudo publicado na revista "The Journal of Allergy and Clinical Immunology" tentou provar que a cor do gato teria pouca influência na produção dos fatores alergênicos. Bassett explicou que está preparando uma pesquisa maior para finalmente tirar as dúvidas.
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Ele está selecionando pacientes com gatos para fazer vários testes. E recomenda que as pessoas com histórico de alergia evitem contato com os bichanos. 
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Se não for possível, que tenham em casa o filtro Hepa (que segura o pelo do gato e não deixe que ele volte ao ambiente) e mantenham o animal longe dos quartos e dos banheiros.

30/08/2010

8 Sintomas de Câncer


Pesquisadores na Grã-Bretanha identificaram os oito sintomas mais comuns em pessoas que são diagnosticadas com câncer. 
A pesquisa da Keele University, na cidade inglesa de Newcastle-under-Lyme, identificou oito sintomas:

  • sangue na urina
  • anemia
  • sangramento anal
  • sangramento ao tossir
  • nódulo no seio
  • dificuldade para engolir
  • sangramento pós-menopausa 
  • nódulo na próstata.

Segundo os cientistas, pessoas com estes sintomas têm probabilidade maior do que uma em 20 de ter algum tipo de câncer. Quanto mais cedo os pacientes identificarem a doença, maiores são as chances de um tratamento bem-sucedido.  

Os cientistas analisaram os resultados de outras 25 pesquisas. 
De todos os sintomas, apenas dois deles são considerados mais graves entre pessoas com menos de 55 anos: nódulos nos seios e próstata

Os demais são particularmente mais perigosos em pessoas com mais de 55 anos.

A entidade Cancer Research UK, de pesquisa sobre a doença, disse que quaisquer mudanças no corpo devem levar as pessoas a procurarem os médicos.

- Os sintomas identificados neste estudo já são sinais importantes de câncer, mas há mais de 200 tipos de câncer, com muitos sintomas diferentes - disse um porta-voz da entidade. 
- Então se houver uma mudança no corpo, é importante checar isso. 
Quando o câncer é diagnosticado cedo, o tratamento tem maiores chances de sucesso.

24/08/2010

Artrite Vs Alzheimer

Uma pesquisa feita por cientistas americanos afirma que uma proteína produzida pelo corpo em casos de artrite reumatóide pode ajudar a combater o surgimento do Alzheimer.
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No estudo, publicado na revista científica Journal of Alzheimer's Research, camundongos que receberam a proteína GM-CSF tiveram desempenho melhor em testes de laboratório envolvendo a memória.
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A proteína GM-CSF é uma das substâncias produzidas pelo sistema imunológico em pessoas com artrite reumatóide. Uma versão sintética da proteína já é usada atualmente em tratamentos contra o câncer.
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Uma pesquisa já havia identificado que pessoas com artrite reumatóide têm menos tendência a desenvolver o Alzheimer. No entanto, se acreditava que isso acontecia devido ao uso de antiinflamatórios não-esteroides (AINEs).

23/08/2010

Liberte Seu Intestino


Adicionar legenda

Não sei se a culpa é do estresse causado pela correria do dia-a-dia, da qualidade da comida que vem caindo cada vez mais ou do meio-ambiente que se deteriora à olhos vistos.

A verdade é que mais e mais pessoas vêm sofrendo de constipação intestinal, vulgo intestino preguiçoso.

Depois de anos convivendo com familiares e amigos sofrendo com esse problema, e de um episódio isolado de experiência pessoal, resolvi reunir algumas dicas extremamente valiosas.

- Beba água (MUITA água) ao longo do dia.
Comece com um copo de água em jejum.
Não falhe! Todos os dias, ao levantar, antes de mais nada, beba 1 copo d'água.

- Tome chás diariamente. (de hortelã, hibiscus ou verde)
Se a situação for crítica, beba uma xícara logo pela manhã - em jejum.
Do contrário, basta tomar uma xícara duas vezes por dia, depois das principais refeições. 
O chá deve ser bebido quando a temperatura estiver entre morna e quente. 

- Enriqueça sua dieta com fibras.
Dietas com quantidades suficientes de fibras regularizam o funcionamento do intestino e evitam prisão de ventre e outros problemas.
Você vai encontrar fibras em:
frutasvegetaispão integralnozeslegumescereais integrais farelos.

- Reduza drasticamente o consumo de embutidos.
Embutidos são produtos feitos com carnes de diversos tipos, temperadas e acondicionadas em membranas resistentes ou tripas. 
Os tipos mais comuns são a mortadela, a linguiça, a salsicha, o salsichão e o salame.
O consumo de embutidos e de receitas que o contenham como ingrediente principal, deve limitar-se a 1 vez por semana.
Lembre-se: embutidos podem provocar câncer de intestino à quem já tiver predisposição para a doença!

- Junk Food? No! No! No!
Este tipo de alimento em grande maioria rico em gorduras, açúcares e sódio, deixa a desejar em proteínas, fibras, vitaminas e minerais.
O consumo de Junk Food pode favorecer o aumento de alergias e patologias intestinais.
Estava lendo um artigo publicado pelo The Monkey Times, onde foi-se realizado um estudo com crianças saudáveis de uma aldeia da África ocidental e com crianças italianas. 
O diferencial entre os grupos participantes do estudo foi a composição da alimentação habitual de cada um. 
Os africanos apresentavam uma alimentação rica em fibras e com baixo teor de gorduras. Valorizavam o consumo de verduras, cereais, feijões e nozes. 
Já a alimentação dos italianos era pobre em fibras, rica em açúcar, amido, gordura e proteína animal, típica de uma dieta ocidental.
As diferenças observadas pelos pesquisadores foram claras.
As crianças africanas possuíam maior proporção de bactérias benéficas para a saúde intestinal quando comparadas às crianças européias.
Portanto meus amigos, se querem ter um intestino-relógio, limitem-se a comer Junk Food no máximo 3 vezes por mês.

- Beba Leite Fermentado!
Sabe o Yakult? Aquele com lactobacilos vivos?
Então - use e abuse dessa bebida.
O mundo inteiro já aprovou o Yakult como um produto com probiótico  que traz benefícios à saúde.
No mundo inteiro, mais de 25 milhões de pessoas tomam Yakult todos os dias.
Esses microrganismos possuem modos  de ação que justificam seu uso na prevenção de doenças como, por exemplo, infecções intestinais: produção de ácido lático que controla o crescimento indesejável de bactérias; adesão às células epiteliais do intestino e colonização da mucosa que permite o controle da multiplicação de bactérias potencialmente patogênicas à saúde e a manutenção do equilíbrio do intestino. 

- Mexa-se!
Um pouco de exercício é fundamental para se ter um intestino saudável.
Se você não gosta de academia, não tem problema.
Uma caminhada de 30 minutos 4 ou 5 vezes por semana já ajuda e muito!

Bom, esses são os princípios básicos para educar seu intestino.
Não desaparecendo os sintomas, procure um médico!
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Wally 

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