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07/03/2013

O Julgamento do Papa Defunto


O Julgamento do Papa Defunto: Exumado, Condenado, Excomungado, Amputado e Jogado ao Rio.


Acreditando ter sido injustiçado pelo seu antecessor, o então papa, Estevão VI, buscou "reparação" levando o corpo de seu predecessor – o papa Formoso – ao Tribunal. 

Formoso já contava nove meses em seu túmulo. Possivelmente a história mais bizarra da Igreja Católica, o episódio de 897 ficou conhecido como Sínodo Cadavérico.

Em 897, o papa Estevão VI (algumas fontes indicam Estevão VII e não VI) tomou uma atitude que desencadearia um embaraçoso transtorno à igreja: ordenou a exumação de seu antecessor para que fosse processado.

O papa Estevão mandou que exumassem o cadáver do papa defunto e que este fosse vestido com as vestes papais, adornado com seus respectivos signos e levado ao tribunal, no que foi condenado por "excesso de ambição"

No julgamento, com o cadáver de nove meses apoiado em um trono, "Estevão se enfureceu e jorrou acusações no defunto, por achar que ele recebeu injustamente o título de papa. O cadáver perdeu o julgamento, e Estevão declarou que ele foi um papa vazio."

Condenado, Formoso foi excomungado, despido de suas vestes e signos papais, teve dedos amputados da mão direita utilizados na benção dos fiéis e teria seu corpo sido lançado ao Rio Tibre (fontes também indicam que isso só teria ocorrido algum tempo depois).

Para o fundo do rio Rio Tibre com o corpo de Formoso, foi a reputação do papa Estevão VI. Considerado louco, foi morto no mesmo ano – teria sido estrangulado. O sucessor de Estevão, João IX, anulou o sínodo cadavérico e mandou que o corpo de Formoso fosse retirado do rio e enterrado na Basílica de São Pedro.

Texto: Eudes Bezerra.
Administração Imagens Históricas.

Imagem: Le Pape Formose et Etienne, 1870, Pintura de Jean Paul Laurens. Obra constante em Musée des Beaux-Arts de Nantes.

25/02/2012

O Pai Nosso na Linguagem dos Faraós

Khen efran em efiout nem epshiri nem piepnevma ethowab ounouti en-owoat. amin
(Em nome do pai, e do filho, e do espirito santo.......amem)

Je Peniot etkhen nifioui.

mareftouvo enje pekran.
maresee enje tekmetouro.

petehnak marefshopi.

em efriti khen etfe nem hijen pikahi.

penoik ente rasti miif nan emfoou

ouoh kha nieteron nan evol.
em efriti hon entenk o evol enniete ouon entan eroou

ouoh emperenten ekhoun epirasmos.
alla nahmen evol ha pipethoou

Khen Pekhristos Isos Penchoise
Je thok te tekmetouro nem tighom

nem pi ou sha eneh.

Amin 

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Pai Nosso cantado em copta e inglês

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30/04/2011

Um Bolo de 113 Anos

O bolo mais antigo do mundo é tão velho que pré-data eventos históricos como o lançamento do primeiro Ford Modelo T. 

Assado em 1898, o bolo de casamento de um cozinheiro britânico detém o Recorde Mundial do Guinness Book de bolo de casamento mais antigo intacto.

Ele foi orgulhosamente exibido na janela de uma padaria da família em Basingstoke, Reino Unido, por mais de 65 anos. 

Quando a padaria fechou as portas, em 1964, o bolo de quatro camadas foi transferido para o sótão. Em 1995, ele foi doado ao Museu Willis de Basingstoke, onde está atualmente em exibição.

Há boatos de que a filha do padeiro, que era solteira, doou o bolo no fim de sua vida porque temia que alguém o descobrisse em seu sótão e achasse que ela tinha sido abandonada no altar.

Apesar de inteira, a relíquia de 113 anos entrega sua idade – e um pouco da história. Uma rachadura lateral é resultado de vibrações da explosão de uma bomba durante a Segunda Guerra Mundial

Sua cobertura espessa e branca se tornou de um tom caramelado de açúcar que escoa através da superfície. 

Porém, testes feitos com uma seringa confirmaram que o recheio do bolo de frutas por trás dessa cobertura ornamentada ainda está úmido.

12/04/2011

Descoberta Tigela de Sopa de 2400 Anos

Enquanto analisavam uma tumba antiga, arqueólogos chineses descobriram uma tigela de sopa (ainda cheia) que tem a idade estimada de 2400 anos.

A descoberta aconteceu em Xi’an, capital da província de Shaanxi, e os pesquisadores acreditam que a tigela poderá ajudar a entender melhor os hábitos de alimentação das pessoas no período.

A substância foi enviada para um laboratório e os cientistas tentarão determinar quais são os ingredientes da sopa e a que animal pertencem os ossos encontrados no caldo.

O mais fascinante é que a sopa ainda estava líquida, embora sua aparência não seja nada apetitosa. 



27/10/2010

Múmia Via Expressa

Uma boliviana foi presa na última segunda-feira em El Alto, na Bolívia, após tentar mandar uma múmia pelo correio.

Segundo a Polícia Nacional Boliviana, o objeto tinha como destino a França. 

A múmia foi descoberta pela polícia durante uma checagem rotineira das encomendas. A idade e a origem da múmia são desconhecidas.


20/10/2010

Tumba do Sacerdote Rudj Ka



Arqueólogos anunciaram na terça-feira a descoberta de uma tumba de quase 4,3 mil anos que provavelmente abrigou o sacerdote Rudj Ka.

A tumba foi esculpida na base de um penhasco no platô de Giza e está repleta de ilustrações coloridas do dia-a-dia de 4,5 mil anos atrás, segundo arqueólogos.

Entre elas, há uma do próprio Rudj Ka e sua esposa em frente a uma mesa de oferendas.

A tumba foi encontrada durante escavações de rotina na região próxima à necrópole dos trabalhadores que construíram as pirâmides.

Rudj Ka teria sido uma figura importante na corte do faraó.

"É uma tumba grande, provavelmente da família de Rudj Ka. Ele era o inspetor dos sacerdotes de Khafre e também o alto sacerdote da pirâmide de Khafre", afirmou o chefe do Conselho de Antiguidades do Egito, Zahi Hawass.

Hawass afirmou ainda que a tumba foi saqueada ao longo da história, mas que as pinturas nas paredes são uma fonte de informação riquíssima sobre o período
(fonte: BBC Brasil)

06/10/2010

A História da Morte


Dúvidas sobre o momento da morte surgiram no século 18, quando  relatos de pessoas enterradas vivas assustavam a Europa. 
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Em 1740, o anatomista francês Jacques-Bénigne Winslow publicou um artigo levantando dúvidas sobre como comprovar que alguém estava de fato morto. 
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em 1785, o médico britânico William Tossach provou que um homem afogado (e dito morto) poderia ser ressuscitado ao encher seus pulmões de ar.

Nesse período foram inventados os mais bizarros métodos para verificar o óbito. A técnica do médico francês Jean Baptiste Vincent Laborde consistia em puxar a língua do defunto por 3 horas. 

Mais tarde, ele inventaria uma máquina à manivela que executava a tarefa. Para a elite da época, o medo de ser enterrado vivo justificava qualquer esforço. 

Hannah Beswick, que morreu no final do século 18, deixou uma generosa quantia para que seu médico não deixasse que a enterrassem por 100 anos. Todos os dias, ele e duas testemunhas examinavam o corpo embalsamado à procura de sinais de vida. 

Como nada acontecia, o médico transferiu o cadáver para um caixote, que ele abria uma vez por ano. E, quando morreu, passou a missão a outro médico. 
Somente em 1868 o corpo da senhora Beswick foi sepultado.
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Mas a maioria dos médicos da época mantinha-se fiel à antiga técnica de verificação de morte: a putrefação. Na Alemanha, cidades construíam câmaras mortuárias onde os cadáveres eram vigiados e mantidos até começarem a apodrecer. 
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Apenas em 1846 começaram a ser estabelecidos os critérios para determinar o fim da vida. Naquele ano, o francês Eugene Bouchut ganhou um prêmio da Academia de Ciências de Paris pelo “melhor trabalho sobre os sinais da morte e as formas de prevenir sepultamentos prematuros”. 

Sua proposta: observar durante 10 minutos 3 sinais da morte – ausência da respiração, dos batimentos cardíacos e da circulação. 

“Essa ficou conhecida como a tríade de Bouchut e passou a ser adotada pela medicina de um modo geral”, diz Marcos de Almeida, professor de medicina legal e bioética da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). 

Foi assim que o coração ganhou status de órgão principal da vida e sua parada, uma indicação definitiva da morte.
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Mas já no final do século 19 o legista Paul Brouardel verificou que o  coração de pessoas decapitadas continuava a bater por até uma hora. Concluiu, então, que a morte não era uma questão de coração e pulmão, mas de sistema nervoso central. 

Ou seja, é impossível que um indivíduo sobreviva sem cabeça, ainda que seu coração funcione. A observação de dano ao sistema nervoso central foi somada à tríade: se, sob um forte feixe de luz, a pupila estiver dilatada, quer dizer que as funções neurológicas não existem mais. 
É sinal de morte.

Em 1968, um comitê foi formado na Universidade de Harvard para estabelecer critérios mínimos de morte. O grupo determinou que a parada total e irreversível das funções encefálicas equivale à morte total.

A idéia é que existe um ponto a partir do qual a destruição das células do tronco cerebral é de tal ordem que o indivíduo não tem mais como se recuperar. 

Esse momento engloba toda a atividade encefálica, não apenas lesões que deixam uma pessoa em coma ou inconsciente para sempre.

Desde então, o padrão de Harvard vem sendo adotado pela maioria dos países, inclusive o Brasil.

O Longo Caminho da Morte

1) Morte do cérebro
Se o sangue deixar de fluir no cérebro por mais de 4 minutos, os neurônios do córtex param de funcionar e a pessoa deixa de sentir e pensar. Depois, o tronco cerebral entra em pane. Sem ele, cessam os movimentos involuntários do corpo – principalmente a respiração.

2) O coração pára
Com ajuda de um respirador, o coração pode ser mantido batendo e o sangue circulando. E apesar de clinicamente morto, o paciente pode suar e reagir a cortes. Mas se os aparelhos forem retirados, coração e respiração param.

3) As células estancam
O sangue pára de circular e as células deixam de se reproduzir. Cabelo, barba e unhas interrompem o crescimento.

4) O fim dos órgãos
Com o fim da circulação, o sangue começa a coagular nos órgãos e tecidos, deixando-os inviáveis para transplantes. Algumas exceções: as córneas, que podem ser retiradas até 3 horas, e os ossos, que resistem até 6 horas após o fim da respiração.

5) O cadáver
Cerca de 3 horas após a parada cardíaca, o corpo toma o aspecto conhecido como morte. O fim da circulação deixa a pele pálida. O sangue estaciona, produzindo a rigidez cadavérica, que começa no pescoço e termina nos pés. O calor do corpo cai cerca de 1 0C por hora, até ser regulado pela temperatura ambiente.

6) O esqueleto
O corpo começa a se comportar como um objeto físico. A membrana das células não funciona mais e o cadáver começa a perder água. Dezoito horas depois da parada cardíaca, as bactérias começam a decompor o cadáver e iniciam a putrefação. Depois de 8 semanas, resta apenas o esqueleto.

27/09/2010

Médicos do Egito Antigo


O médico no Antigo Egito era chamado de sunu. Sendo divididos em três grupos de terapeutas: sacerdotes de Sekhmet, magos e sunus.

Cada sunu tinha seu próprio consultório. O curioso é que antes mesmo de terminar seus estudos em certa área do corpo humano eles já saíam exercendo suas funções de médicos.

O médico mais antigo do Egito era Hesy-Ra, que viveu no ano 3000 a.C. e só cuidava de dentes. Nesta época surgiram novos médicos e novas especialidades como: nariz, olhos, ânus e abdomen.

Os sunus se impressionavam com a possibilidade de o sangue coagular e as artérias endurecerem. 

A maior preocupação mesmo era o ânus, pois cada faraó possuía um médico nessa área, pois eles temiam as vermes, que eram muito encontradas em múmias, sendo considerados por eles como legítimos mensageiros da morte, se aparecerem muitas vezes era anúncio de diarréia fatal.

Os sunus acreditavam que o organismo humano era o medicamento mais potente contra qualquer doença, podendo produzir ele mesmo o medicamento quando necessário.




06/09/2010

De Volta Ao Passado

Mostrando  Cavalheirismo...


Voando no Passado

Projeto de Carro...

 Dois em Um...

Avestruz já era um meio de transporte...

Dando seta para a esquerda... 

 Top Models da Época...

Humanitarismo









E foi daqui que surgiu a idéia para o Barco Viking...




28/08/2010

O Sutiã Mais Antigo do Mundo

O Museu da Ciência de Londres, na Inglaterra, colocará em exposição na próxima semana uma peça confeccionada em 1800, muito antes da moda dos sutiãs push-up (como também são conhecidos) ser lançada em 1990.
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06/07/2010

Como Surgiu o Raticida


Os egípcios foram os primeiros a conhecer o raticida.

Eles o extraiam de uma planta, ou melhor de uma cebola, a cila vermelha. 

Este veneno foi usado em tempos modernos durante muito tempo. 

Na realidade o conceito de eliminar ratos vem mudando a cada ano.

28/06/2010

A Origem da Reflexologia

Um papiro com hieróglifos egípcios foi achado numa tumba de um médico. 
Ele é datado de milhares de anos.
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Se você notar bem, a pintura mostra os egípcios massageando os pés e as mãos usando a REFLEXOLOGIA.

Um tratamento que existe há milhares de anos só existe há tanto tempo porque funciona. 
Afinal, tratamentos que não funcionam não sobrevivem.

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18/06/2010

A Mais Antiga Prótese do Mundo


No ano de 2009, a Universidade de Manchester identificou protese em egipcio morto em 600 a.C. Segundo arqueologos, pode ser o mais velho membro postico do mundo.

A protese egipcia foi achada em mumia que esta em museu do Cairo pela equipe de pesquisadores britanicos. A pessoa viveu entre 1000 a.C. e 600 a.C.

A perna de pau na verdade substitui o dedao e parte do pe do morto, e feita com madeira e couro.

Os antigos egipcios tinham conhecimento relativamente bom de anatomia humana e reproduziram de forma bastante fiel o formato do dedo e da unha.

Os arqueologos agora querem provar que o dedao falso funcionava tao bem quanto o real.

Eles estao recrutando pessoas que perderam essa parte do pe para testar uma versao reconstruida da protese faraônica.



13/06/2010

A Lei das Múmias


Em 1980, por ordem do então presidente egípcio Anuar Sadat, todas as múmias que se encontravam expostas para visitação pública deixaram de ser exibidas. 

Ele achava que a exibição dos restos mortais atentava contra a dignidade dos monarcas do Nilo. 

Sadat foi assassinado em 1981, mas a proibição continuou até 1º de março de 1994 quando 11 múmias famosas foram novamente expostas ao público.

Nesse entretempo foram devidamente restauradas e, as que estavam nuas como esta do faraó Ramsés II, envoltas em lençóis.
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10/06/2010

Um Sapato de 5500 Anos

Um sapato feito de couro, produzido há 5500 anos, foi encontrado em uma caverna da província de Vayotz Dzor, na Armênia, país do oeste asiático, por uma equipe internacional de arqueólogos. 

A peça, do período Calcolítico (3500 a. C.), é mil anos mais velha que as Pirâmides de Giza, no Egito, e tem 400 anos a mais o Stonehenge, no sul da Inglaterra, o que a torna o calçado de couro mais velho já encontrado pelos cientistas.

O sapato é feito de um só pedaço de couro e foi moldado para o seu usuário. Ele contém grama, mas os cientistas não souberam afirmar se a planta servia para aquecer os pés ou para manter o formato do calçado, que, nos padrões atuais, seria do tamanho 38. 

Segundo o arqueólgo chefe das pesquisas, Dr. Ron Pinhasi, da Universidade de Cork, na Irlanda, os cientistas ainda não sabem se o sapato pertenceu a um homem ou a uma mulher, já que ele poderia se encaixar no pé de um homem adulto daquela época.

A estabilidade e o clima seco da caverna permitiram a preservação do sapato e de vários outros objetos, como recipientes, que ainda continham trigo, cevada, damasco e algumas outras plantas comestíveis. Além disso, uma grossa camada de fezes de ovelha, que forram o chão da caverna, serviu como um selo protetor dos objetos.


Três exemplares foram retirados do sapato e enviados para estudos na Universidade de Oxford, na Inglaterra, e na Universidade da Califórina, nos Estados Unidos.

As pesquisas e estudos foram financiados pela National Geographic Society, a Chitjian Foundation, a Gfoeller Foundation of US, a Steinmetz Family Foundation, a Boochever Foundation e a Cotsen Institute of Archaeology. (BBC)




12/05/2010

O Teste de Gravidez e sua Origem


Em 1927 o ginecologista alemão Selmar Aschheim descobriu a presença de hormônios na urina de mulheres grávidas, o que permitiu o desenvolvimento dos testes de gravidez que hoje facilmente encontramos nas farmácias.

Mas bem antes disso, os egípcios também possuíam métodos para detectar a gravidez através da urina. E iam além.
Tais métodos pretendiam determinar ainda o sexo da criança! 

A jovem mulher egípcia, percebe ao longo das semanas pela observação do seu corpo e funções orgânicas que algo está diferente.

"Será que estou grávida?", pensa.
"Será que a deusa destinou a mim um filho?"

Ansiosa, conversa com uma amiga mais próxima que já havia passado por isso e decide visitar um dos sacerdotes-médicos:


"Para saber se uma mulher dará à luz ou não dará à luz: colocar um pouco de cevada e um pouco de trigo em dois sacos de tecido, no qual a mulher deverá misturar sua urina todos os dias de forma igual na cevada e no trigo dos dois sacos. Se ambos cevada e trigo germinarem, ela dará à luz. Se somente a cevada germinar ele será um menino. Se somente o trigo germinar, será uma menina. Se nenhum germinar ela não dará à luz."
(papiro de Berlim 3.038)

Assim, a jovem fará o teste e não dirá nada ao seu marido, pois prefere esperar para ter certeza de sua gravidez.E, em caso positivo, saber o sexo da criança.

A idéia central do método parece indicar que os hormônios na urina fariam germinar a cevada e o trigo. Aparentemente, a eficácia do teste de gravidez egípcio ficava em torno de 30%.

(fonte: SHVoong.com)


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