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01/04/2013

Estresse Prejudica Cicatrização de Feridas


O estresse e a ansiedade podem tornar ainda mais difícil a cicatrização de ferimentos, revelam cientistas do Instituto de Psiquiatria do King's College de Londres. 

Pesquisadores fizeram pequenas feridas em voluntários saudáveis, cujos níveis de estresse eram medidos através de questionário padrão. As feridas daqueles que apresentavam níveis de ansiedade mais baixos cicatrizavam duas vezes mais rápido do que as dos mais estressados.

Mudanças dos níveis do hormônio que provoca o estresse, o cortisol, influenciam a rapidez com que as feridas cicatrizam.

As mesmas conclusões foram encontradas a partir da análise de um conjunto de dados reunidos em 22 estudos de diferentes grupos de pesquisa que também analisaram a relação entre estresse e cicatrização de ferimentos.

Apresentadas no "Cheltenham Science Festival", estas conclusões partiram da hipótese de que a cicatrização está relacionada a aspectos emocionais. 

Segundo o líder da pesquisa, Professor John Weinman, do Instituto de Psiquiatria, seu foco é investigar como pacientes percebem, do ponto de vista psíquico, tratamento e doenças, e como isso afeta a maneira como cada um responde à recuperação de uma série de problemas físicos de saúde.

31/03/2013

Anorexia, Bulimia e Vigorexia


O programa Males da Alma do Fantástico, apresentado em 17/3/2013, tratou de temas como anorexia, bulimia e vigorexia.

Com apresentação do Dr. Drauzio Varella e participação especial do psicanalista Contardo Calligaris.

Estes são três transtornos alimentares bem presentes na nossa sociedade, e devem ser combatidos porque prejudicam a pessoa física e psicologicamente.


30/03/2013

A Arte da Resiliência

Problemas diários, perdas, traumas emocionais, emoções e sentimentos marcantes. 

Essas e muitas outras razões interferem, muitas vezes negativamente, na vida de milhares de pessoas.

Como superar os problemas pessoais? As metas não atingidas? Como se tornar mais forte e aprender com as dificuldades? 

Para alguns a infelicidade é apenas uma pequena barreira, mas para outras pessoas pode se tornar uma enorme muralha - incapaz de ser ultrapassada.

Nesse momento o caminho a seguir tem apenas dois sentidos: superar as dificuldades ou ser mais uma vítima dela. Nesse contexto entra o estudo sobre a superação humana, a resiliência - termo muito semelhante à referência derivada da Física, ou seja, é o desenvolvimento de habilidades que possibilitam melhores meios de enfrentamento, com o menor dano possível, das agressões estressoras e revezes sofridos em nossa vida cotidiana.

"Essa capacidade de enfrentamento, que deve ser interpretada como 'combater o bom combate' ou 'lutar a boa luta', na maioria das vezes poderá ser atingida através de técnicas de treinamento especializado, geralmente com profissionais psiquiatras ou psicólogos", comentou durante entrevista o professor-doutor Elko Perissinotti - coordenador do Núcleo de Resiliência do Hospital-Dia-Adultos do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Os resilientes têm uma incrível capacidade sadia de auto-julgamento, de respeitar as diferenças vivenciais e existenciais das outras pessoas, conseguem amar, têm grande compaixão, ética, coragem e sabedoria.
A facilidade para corrigir os erros e defender os acertos é outra característica marcante.

"Longe de ser um idiota, um inocente ou um dócil carneirinho, a pessoa resiliente é, isto sim, uma grande estrategista num gigantesco jogo de xadrez. Sabe reconhecer com rapidez e perspicácia o momento certo da luta ou da fuga (e isso nada mais é que auto-preservação, portanto, sabedoria em evitar danos graves à sua vida)", afirmou Perissinotti.

A palavra resiliência está entre o assunto do momento porque, equivocadamente, muitas pessoas acham os resilientes superiores. Segundo o psiquiatra, quando o comportamento é imitativo, fingimos ser resilientes, e assim vivemos de truques ao invés de sabedoria.

"A moda é sempre ditada pelo senhorio, a quem obedecemos cegamente na necessidade de sermos aceitos socialmente a qualquer custo. Isso é o oposto de resiliência. Não deveríamos ficar desempenhando papéis durante todo o tempo de nossas curtas vidas. De fato, a vida é muito curta, mas nunca deveria ser pequena", disse.

Os traumas não podem ser vencidos, apenas aprendemos a conviver pacificamente com eles.
A criança, por exemplo, está em fase de estruturação da personalidade e somente "superará" traumas com mais facilidade se for amada pelo adulto, no caso os pais, isto é, se houver "attachment" - apego ou aconchego.

O adulto já apresenta uma personalidade estruturada e mais defendida. Orgulho, vaidade, "status" e onipotência simulada não combinam com facilidade para "superar" traumas. Daí podem aparecer doenças como depressão e transtorno de pânico. Essa seria uma situação de baixíssima capacidade de resiliência.

A superação não é hereditária e nem genética, é congênita e, sobretudo, cultural. A grande maioria das pessoas pode tornar-se resiliente, porém, não todas. Além de qualidade, é uma oportunidade de diminuir um pouco o sofrimento humano. 

Perissinotti conclui dizendo que é possível encontrar o equilíbrio entre a vida desejada e os problemas diários reconhecendo a veracidade e existência de ambos. 

"Os sonhos que temos na vida não devem ser evitados, da mesma forma devemos saber que não há como não ter problemas na vida - e esses problemas são mesmo diários."

29/03/2013

Noivo Neurótico, Noiva Nervosa - Filme Completo


Uma inteligente comédia sobre Alvy Singer (Woody Allen), um humorista judeu divorciado que faz análise há quinze anos, que se apaixona por Annie Hall (Diane Keaton), uma cantora em início de carreira com uma cabeça um pouco complicada. 

Em um curto espaço de tempo eles estão morando juntos, mas depois de um certo período crises conjugais começam a se fazer sentir entre os dois.

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