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08/03/2013

As 6 mentiras mais comuns que os pais contam


Você sabe que mentir é errado e se esforça para ensinar isso ao seu filho. 

Quando percebe que ele contou alguma mentira, conversa, ensina, explica e até perde o sono quando pensa onde pode ter errado. Mas, dias depois, durante um passeio ao shopping, seu filho pede um brinquedo novo. Você prontamente responde: "Eu não tenho dinheiro". Alguns minutos depois, entra na próxima loja e compra um perfume, por exemplo.

É fácil cair na tentação da mentira para evitar uma discussão ou que seu filho se frustre por um motivo banal. Mas esses são marcos importantes do desenvolvimento infantil

Uma mentira aqui, outra ali, e quando você percebe, ela já faz parte do repertório da criança, que passa a acreditar que aquilo é comum e pode ser feito. E aí, não adianta conversar, explicar, ensinar, se o exemplo - que é sempre uma das melhores lições – for diferente. 

Confira as 6 mentiras mais comuns que os pais contam ao seus filhos e, da próxima vez que pensar em contar uma “mentirinha” para evitar uma conversa com seu filho, respire fundo, fale a verdade e explique. Logo, você vai perceber que o esforço vale – muito – a pena.

Eu volto logo!

A cena é clássica. Você tem que sair para trabalhar e seu filho começa a chorar, agarra a sua perna, pede que fique. O coração fica despedaçado, é verdade. Para amenizar, ao menos, um pouquinho esse sofrimento, você diz: "Eu já volto, não vou demorar". Logo, seu filho vai perceber a verdade e pode não acreditar mais em você.

Não tenho dinheiro

Basta um passeio pelo shopping ou até mesmo pelo supermercado para começar a ouvir os pedidos. Pode ser brinquedos, jogos e até um doce daqueles bem coloridos. A resposta já está pronta: "Não tenho dinheiro". Alguns passos adiante e você entra em uma loja para comprar um presente para alguém. E o dinheiro, afinal, de onde brotou? Não vai demorar muito e a criança vai começar a argumentar. É melhor explicar que você não vai comprar aquele presente e que ele pode pedir de aniversário ou de Natal.

Estou prestando atenção

Enquanto seu filho imita um super-herói com direito a efeitos sonoros e desempenho cheio de energia, você aproveita para assistir alguns minutos de um programa de televisão. Quando ele nota que você não reparou em um movimento diferente, logo pergunta se está prestando atenção: "Estou vendo, filho". Aqui, a melhor saída é reservar a atenção exclusiva para a criança e evitar a resposta mentirosa.

Está fechado

Parque, sorveteria, loja de brinquedos, restaurante fast food, shopping... A lista dos estabelecimentos que você diz estarem "fechados" quando seu filho pede alguma coisa é enorme. Melhor aproveitar a chance e fazê-lo entender que não é a hora de brincar, comer, correr etc. Lembre-se que lidar com a frustração é, sim, importante para o desenvolvimento dele.

Que desenho lindo!

Nesse caso, o mais importante é elogiar a iniciativa de desenhar, aproveitar aquele momento. Ninguém espera que uma criança desenhe perfeitamente, mas se perceber que seu filho se esforçou pouco desta vez, você pode comparar com outros que ele já tenha feito e incentivá-lo a caprichar mais no próximo. Além disso, dizer "que legal" pode ser uma saída melhor.

A cegonha traz os bebês

Falar de sexo com seu filho é difícil mesmo. Quando bem pequeno, ele não precisa saber exatamente como os bebês nascem, mas evite usar a velha história da cegonha. Explique apenas que eles são frutos do amor do casal e ponto. Não precisa ir além da pergunta dele naquele momento. Aos poucos, ele vai entender a verdade.

07/03/2013

Análise do Conto Branca de Neve e Os Sete Anões


Doutora em filosofia, professora do Programa de Pós-Graduação em Educação, Arte e História da Cultura da Universidade Mackenzie, e autora de diversos livros de filosofia, Márcia Tiburi analisa o Conto de Fadas 'Branca de Neve e Os Sete Anões'.

Confira a análise no video abaixo:



O Julgamento do Papa Defunto


O Julgamento do Papa Defunto: Exumado, Condenado, Excomungado, Amputado e Jogado ao Rio.


Acreditando ter sido injustiçado pelo seu antecessor, o então papa, Estevão VI, buscou "reparação" levando o corpo de seu predecessor – o papa Formoso – ao Tribunal. 

Formoso já contava nove meses em seu túmulo. Possivelmente a história mais bizarra da Igreja Católica, o episódio de 897 ficou conhecido como Sínodo Cadavérico.

Em 897, o papa Estevão VI (algumas fontes indicam Estevão VII e não VI) tomou uma atitude que desencadearia um embaraçoso transtorno à igreja: ordenou a exumação de seu antecessor para que fosse processado.

O papa Estevão mandou que exumassem o cadáver do papa defunto e que este fosse vestido com as vestes papais, adornado com seus respectivos signos e levado ao tribunal, no que foi condenado por "excesso de ambição"

No julgamento, com o cadáver de nove meses apoiado em um trono, "Estevão se enfureceu e jorrou acusações no defunto, por achar que ele recebeu injustamente o título de papa. O cadáver perdeu o julgamento, e Estevão declarou que ele foi um papa vazio."

Condenado, Formoso foi excomungado, despido de suas vestes e signos papais, teve dedos amputados da mão direita utilizados na benção dos fiéis e teria seu corpo sido lançado ao Rio Tibre (fontes também indicam que isso só teria ocorrido algum tempo depois).

Para o fundo do rio Rio Tibre com o corpo de Formoso, foi a reputação do papa Estevão VI. Considerado louco, foi morto no mesmo ano – teria sido estrangulado. O sucessor de Estevão, João IX, anulou o sínodo cadavérico e mandou que o corpo de Formoso fosse retirado do rio e enterrado na Basílica de São Pedro.

Texto: Eudes Bezerra.
Administração Imagens Históricas.

Imagem: Le Pape Formose et Etienne, 1870, Pintura de Jean Paul Laurens. Obra constante em Musée des Beaux-Arts de Nantes.

05/03/2013

Transtorno Obsessivo Compulsivo - Video Explicativo


Todo mundo tem suas próprias manias. 
Mas quando algumas manias e rituais tomam proporções grandes e afetam a rotina da pessoa e de amigos, parentes e colegas próximos, é hora de ligar um sinal de alerta: pode ser TOC.


Especialistas vão explicar no programa o que é o Transtorno Obsessivo Compulsivo, como diagnosticá-lo e o que o paciente e familiares devem fazer para lidar com a doença de forma natural.

Você irá acompanhar a história de Danilo, 38 anos, que conviveu com este problema por dez anos. Ele conta como foi diagnosticado e o que mudou na sua vida desde então.

O programa vai mostrar também como o TOC afeta diretamente a qualidade de vida do paciente. Vamos conferir também explicações de especialistas sobre este transtorno, quais são os sintomas mais comuns e o que se pode fazer para ajudar a pessoa nestes casos.

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