24/09/2012
18/09/2012
Aceleração & Depressão
Eu vou indo e você, tudo bem ?
Tudo bem eu vou indo correndo
Pegar meu lugar no futuro, e você ?
Tudo bem, eu vou indo em busca
De um sono tranquilo, quem sabe ...
Quanto tempo... pois é...
Quanto tempo...
Me perdoe a pressa"
A velocidade da vida moderna não nos permite parar para ver o que estamos atropelando. E essa urgência é o que torna as coisas passageiras, irrelevantes e supérfluas.
A finitude é o modo fundamental do ser: “Se quisermos vir a ser o que somos, não podemos abandonar a finitude ou nos iludirmos quanto a ela. Muito ao contrário, precisamos protegê-la ”.
17/09/2012
Os Psicopatas da Vida Real
Charmosos e simpáticos; mentirosos e manipuladores. Os psicopatas não se importam de passar por cima de tudo e de todos para alcançar seus objetivos.
São egocêntricos e narcisistas, não sentem remorso e muito menos culpa. Se algo ou alguém ameaça seus planos, tornam-se perigosos e agressivos.
São mestres em virar o jogo, colocando-se no papel de vítimas. E estão sempre conscientes de todos os seus atos, pois, diferentemente do que ocorre em outras doenças mentais, os psicopatas não entram em delírio.
O psicopata apresenta vários perfis. A grosso modo, existe o psicopata leve, moderado e grave.
O psicopata leve é o conhecido “171”, aplica pequenos golpes e engana pessoas de bem.
O moderado já se envolve de maneira mais contundente com as vítimas dos golpes, que quase sempre envolvem muitas pessoas e grandes somas em dinheiro.
O moderado já se envolve de maneira mais contundente com as vítimas dos golpes, que quase sempre envolvem muitas pessoas e grandes somas em dinheiro.
Já o psicopata grave, é o mais conhecido pelo público leigo. É o indivíduo que comete assassinatos a sangue frio, sejam em série ou não.
A psicopatia atinge cerca de 4% da população (3% de homens e 1% de mulheres), segundo a classificação americana de transtornos mentais.
Sendo assim, um em cada 25 brasileiros enquadra-se nesse perfil.
13/09/2012
Esquizofrenia
Sintomas como delírios e alucinações são os primeiros sinais da doença, que mesmo com a evolução do tratamento, ainda encontra o preconceito como a principal barreira.
A apresentadora Lívia Hartmann acompanha a história do aposentado, Leonardo Coelho da Cruz.
Com uma vida ativa, entre trabalho e estudos, Leonardo descobriu a esquizofrenia no início da vida adulta.
Os primeiros sinais identificados foram a reclusão social, seguida de alucinações e depressão.
No programa, veja como o tratamento com auxílio de medicamentos e a participação em grupos de apoio ajudaram Leonardo no controle da doença e fez com que levasse uma vida sem privações.
Conforme a terapeuta ocupacional Suzana de Castro Tolio, manter o cérebro em atividade intelectual ajuda a organizar o cotidiano da pessoa esquizofrênica.
A presidente da AGAFAPE de Porto Alegre, Juracy Maria Bizzi, explica como o trabalho voluntário contribui para o tratamento de pessoas com a doença.
Para mostrar como ocorrem as alucinações no cérebro e desvendar os mitos e verdades sobre a esquizofrenia, o apresentador, Dr. Enrique Barros, entrevista especialistas no assunto, como o psiquiatra da Unifesp, Dr. Rodrigo Affonseca Bressan e o psiquiatra da PUC/RS, Dr. Diogo Lara.
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