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Mostrando postagens com marcador TPB - FAQ. Mostrar todas as postagens
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11/02/2011

Borderline - Fatores de Bom Prognóstico


Da série: Termos de busca
Termo de busca escolhido: borderline avanços na recuperacao. 

De acordo com o médico psiquiatra Dr. Rubens Pitliuk, os fatores de bom prognóstico no TPB são:

  • Bons relacionamentos familiares, sociais, afetivos, profissionais.
  • Participação em atividades comunitárias: igrejas, clubes, associações culturais, artísticas, etc.
  • Baixa ou ausente freqüência de auto-agressão.
  • Baixa ou ausente freqüência de tentativas de suicídio.
  • Ser casada.
  • Ter filhos.
  • Não ser promíscua.

(fonte: mental help)

10/02/2011

Borderline é uma Doença?


Da série: Termos de busca
Termo de busca escolhido: borderline e uma doenca.

Há quem diga que sim, há quem diga que não. 

Eu, particularmente, fico com aqueles que afirmam que Não, o TPB não é uma doença!

Já digo o porquê. 

Vejamos a definição de doença:

(do latim dolentia, padecimento) é uma condição anormal de um organismo que interfere nas funções corporais e está associada a sintomas específicos... 

Agora, vejamos a definição de transtorno:

Transtorno tem por característica um comportamento que exprime contrariedade, decepção, marcadas por atitudes que revelam desarranjo ou desordem neurológica.

É a mesma definição? Não!!
Agora leiam isso:

Em psiquiatria e em psicologia prefere-se falar em transtornos ou distúrbios psíquicos e não em doença; isso porque apenas poucos quadros clínicos mentais apresentam todas as características de uma doença no sentido tradicional do termo - isto é, o conhecimento exato dos mecanismos envolvidos e suas causas explícitas. 
O conceito de transtorno, ao contrário, implica um comportamento diferente, desviante, "anormal".

Como já mencionei no post Entendendo o Transtorno de Personalidade Borderline, a melhor forma de entender esse transtorno é compará-lo a um déficit.

Imaginem um coxo (uma pessoa manca).
Visualizem um coxo andando.

Eis o perfil de um Borderline!
Uma pessoa manca não possui uma doença, possui um déficit!
É isso o que define um transtorno de personalidade. Um déficit na personalidade do indivíduo
.

Um manco é doente? 
Não!!! Ele é deficiente!!

Um borderline anda sempre coxeando. (figuramente falando, claro!)
O que faz um coxo quando anda?
Ele manca. Não consegue andar corretamente.
Quando um coxo quer se parecer o mais próximo de um não-coxo, o que ele faz?
Procura um ortopedista que desenhará um sapato especial para endireitar seu andar da melhor forma possível.

Então essa é minha opinião! Borderline não é uma doença, é uma deficiência (déficit) que pode ocorrer na personalidade... 

E o que é melhor: é um déficit que tem conserto
Se o conserto fica perfeito? 
Nada é perfeito! 
Se chegar a 90 ou até 99% já está muito bom... afinal ninguém tem saúde perfeita...
E é nessa direção que estou caminhando... e mancando cada vez menos...
Wally elsissy

06/02/2011

Como Conviver com um Transtorno numa Boa?

Se você tem um transtorno psicológico, de personalidade etc., aceite que para viver bem é necessário seguir algumas regrinhas básicas.

Em primeiro lugar, você tem que aceitar o seu transtorno. Esse é o primeiro passo. 

Admitir o problema é o primeiro passo para a cura, lembra?

A verdade é que ninguém é perfeito e ninguém tem uma vida perfeita. 

Sempre há inconvenientes, doenças, transtornos psicológicos, problemas familiares etc etc etc que podem tornar a vida de qualquer um em um inferno... mas só se a pessoa permitir.

Eu conheço pessoas com muitos problemas, talvez nem seja a quantidade deles que impressiona mas a dimensão, tanto de saúde como familiares, que  apesar de tudo conseguem ser felizes... E por quê? Porque aceitam sua limitação!

Eu sei que é mais fácil falar do que fazer mas devagar chegamos lá... confie!

Para aceitar o transtorno, é preciso aceitar que você assim como todo mundo não é perfeito

Alguns tem depressão, outros tem esquizofrenia, muitos tem câncer... e você, bem você tem um transtorno X. 

Ao aceitar o transtorno você começa a aceitar a si próprio. Você começa a entender que seu comportamento "esquisito" tem agora uma explicação plausível. 
Isso não deve, contudo, servir como justificativa para te impedir de seguir adiante.

O segundo passo, tão importante quanto o primeiro, é seguir a risca o seu tratamento. Leve seu tratamento a sério. Sempre. Não brinque com o uso dos medicamentos.  
E siga sempre as instruções de seu médico. 

Uma vez iniciado o tratamento, controle seu entusiasmo.  
A melhora não vai bater na sua porta no dia seguinte. 
Lembre-se: "Devagar e Sempre"...

Mesmo com o tratamento, a crise pode aparecer - especialmente quando engatilhada por alguma situação - mas você já se tornou um paciente consciente e isso ajudará você a atravessá-la com muito menos consequências do que o faria se não tivesse admitido o seu problema.

O importante é não desistir.
Haverá dias em que o desânimo vai impedir o seu progresso...
Mas "Nada como um dia depois do outro", não é mesmo?

Não se deixe abater por pensamentos negativos. Quando eles insistirem em te perturbar faça qualquer coisa que mude o rumo de seus pensamentos. Não podemos impedir um pássaro de pousar numa árvore mas podemos impedir que ele continue ali
O mesmo acontece com nossos pensamentos. 

Não alimente o pássaro! Afugente-o!!!

Um dia você será muito bem sucedido, no outro nem tanto. 

Porém lembre-se "Um dia de cada vez"...
Wally elsissy

05/02/2011

TPB & Medicina Alternativa

Da série:Termos de busca

A medicina alternativa deve ser empregada apenas como coadjuvante no tratamento do TPB.

Jamais deve-se dispensar o tratamento convencional e se apoiar apenas na medicina alternativa. A não ser que o próprio psiquiatra o aconselhe a fazê-lo o que acho praticamente impossível de acontecer.

Como tratamento paralelo, o border pode fazer uso de acupuntura e/ou praticar ioga para aliviar a ansiedade e nervosismo.

Além desses, também é possível usar Florais de Bach e/ou Homeopatia para diminuir os sintomas de insônia e depressão.

Métodos como Pilates ou a prática de um esporte como a natação também podem ser de grande ajuda para combater o estresse. 

A prática de exercícios físicos como a caminhada faz bem pro corpo e alma. 
Eleva a auto-estima e aumenta o grau de concentração dentre muitos outros benefícios.

Mas nunca deixe de lado o tratamento prescrito por seu médico
Se você quer ficar bem, não se auto-medique nem abandone os conselhos de seu psiquiatra.

Se não está satisfeito com o andar da carruagem, o máximo que você deve fazer é procurar um outro profissional até ficar satisfeito com o tratamento.

A melhora não vem de uma hora para a outra e é preciso paciência, sacrifício e disposição.

Esses são os ingredientes principais...
Wally elsissy

02/02/2011

Borderline & Auto-Mutilação

Da série: Termos de busca
Termo de busca escolhido: borderline sempre se fere?

Não. Nem sempre um borderline se fere literalmente.

Mas alguns profissionais afirmam que não apenas o cutting o ato de auto-cortar-se se encaixa na categoria de auto-mutilação. 

Outros comportamentos que colocam a vida em perigo, tais como praticar sexo sem proteção e dirigir em alta velocidade também podem ser considerados comportamentos auto-mutilantes visto que de certa forma o borderline está fazendo mal a si próprio propositalmente.

Detalhe: nem sempre o border tem plena consciência que está colocando sua vida em risco quando age dessa forma.

Wally

01/02/2011

Diagnóstico Borderline = Alívio e Medo


Julianna Louise Uhlig disse...

Cada dia q vejo ou leio mais sobre o assunto eu fico mais convencida de que esse é o meu problema.

Por um lado me sinto melhor pq acho q finalmente entendi o q acontece comigo e por outro lado eu tenho medo de ter certeza.

Será que isso é normal ???


Wally elsissy disse...

Eu acredito que é normal sim.

Isso não aconteceu comigo porque eu simplesmente não via a hora de dar um nome para o meu problema... e quando consegui foi um alívio enorme... Tudo começou a fazer sentido e a aceitação foi possível.

Mas acho que depende muito da pessoa.

Acredito que se a pessoa focar no que o diagnóstico representa será cercada pelo medo mas se usar o diagnóstico para investir na sua auto-aceitação e batalhar contra os sintomas, então o alívio será muito maior do que o medo.

31/01/2011

Como é feito o Diagnóstico Borderline?

Da série: Termos de busca
O termo de busca escolhido: como diagnosticar borderline.

O diagnóstico de TPB é feito quando o paciente apresenta pelo menos cinco dos nove critérios estabelecidos no DSM-IV (Manual de Diagnóstico e Estatística das Perturbações Mentaispara TPB.

Vejamos então quais são tais critérios:

(1) Esforços frenéticos para evitar um abandono real ou imaginado.

(2) Um padrão de relacionamentos interpessoais instáveis e intensos, caracterizado pela alternância entre extremos de idealização e desvalorização

(3) Perturbação da identidade: instabilidade acentuada e resistente da auto-imagem ou do sentimento de self

(4) Impulsividade em pelo menos duas áreas potencialmente prejudiciais à própria pessoa (por ex., gastos financeiros, sexo, abuso de substâncias, direção imprudente, comer compulsivamente).

(5) Recorrência de comportamento, gestos ou ameaças suicidas ou de comportamento automutilante

(6) Instabilidade afetiva devido a uma acentuada reatividade do humor (por ex., episódios de intensa disforia, irritabilidade ou ansiedade geralmente durando algumas horas e apenas raramente mais de alguns dias)

(7) Sentimentos crônicos de vazio

(8) Raiva inadequada e intensa ou dificuldade em controlar a raiva (por ex., demonstrações freqüentes de irritação, raiva constante, lutas corporais recorrentes)

(9) Ideação paranóide transitória e relacionada ao estresse ou severos sintomas dissociativos

Essa lista de critérios do DSM pode ser encontrada na Wikipedia.

Se quiser entender melhor tais critérios, clique aqui para ser direcionado à postagem Sintomas Borderline.

Wally

12/01/2011

Borderline Melhora?


Da série: Termos de busca

Semana passada alguém chegou até o meu blog com a seguinte pergunta:

"Borderline Melhora?"

Me animei a responder porque muita gente se deixa abater quando descobre que o TPB não tem cura e com isso se rende ao desânimo e chega até mesmo a desistir do tratamento. E esquece que sim, o borderline pode melhorar e muito!

Fico frustrada e triste quando leio depoimentos em blogs onde o borderline se diz amaldiçoado com um transtorno que não tem cura.

Sempre bato na mesmíssima tecla: Diabetes tem cura?

Não tem, não é verdade?
E uma pessoa ao descobrir que tem diabetes tem que fazer o que?
Dependendo da elevação do açúcar no sangue a primeira coisa é deixar de ingerir glicose. 
Um sacrifício e tanto para a maioria das pessoas.
E mesmo que o paciente diabético não tenha que cortar o açúcar em 100% de sua alimentação, por certo terá que reduzi-lo e sempre vigiar.
Além disso, o diabético normalmente tem que tomar medicamentos, cuidar muito bem de seus pés etc etc etc

Nem por isso, ao receber o diagnóstico o diabético vai deixar de viver, certo? Mesmo sabendo que não há cura para o diabetes, ele vai seguir uma dieta e sempre consultar com seu médico. Assim sendo, seu organismo responderá ao tratamento e ele poderá levar uma vida relativamente normal!

Da mesma forma o portador do TPB não deve desanimar diante do diagnóstico e/ou diante do fator não-curativo do mesmo.

Sim, o comportamento da pessoa borderline pode melhorar e muito.
Mas não é da noite para o dia e exige-se sacrifícios.
Infelizmente não há uma "insulina border" para tratar o TPB.

Mas consultando um profissional, seguindo a risca o tratamento (seja medicamentos e/ou terapia) e se esforçando dentro do possível a melhora virá e o border passará de um border desiludido a um border consciente.

Essa consciência nem sempre ajudará a evitar uma crise, mas sem dúvida vai minimizar as consequências. 

Um border consciente nem sempre tem o controle absoluto de suas emoções, mas sem dúvida aprenderá, pouco a pouco, a dominar o seu comportamento.
Wally elsissy

05/01/2011

Oxcarbamazepina Vs Anticoncepcional

Paciente: Doutor, tenho 22 anos e há algum tempo, tenho sentido cronificação de sintomas que antes eram leves, mas que perdi o controle: impulsividade, déficit de atenção, agressividade, ansiedade doentia, ter raiva de coisas absurdas, confusão mental, me sentir sempre inferiorizada e incompreendida... 

Ou seja, fiquei empurrando sensações da infância que não resolvi, e deu nisso. Faço psicoterapia e terapias alternativas, que tenho certeza que o senhor vai desdenhar, ajudam bastante na hora, mas não resolvem o problema. 

Passei numa psiquiatra, e ela me encaminhou para um tratamento global, e me receitou Oxcarb, para controlar a impulsividade (especialmente em falar as coisas sem pensar) e minha ansiedade. 

Tomo anticoncepcional Mesigyna e estou desconfiada que posso ser Borderline, pois de tudo o que li sobre a doença, me identifiquei muito, especialmente qto as causas. 

Quero saber se existe interação com o anticoncepcional (li que existe mas não sei se sobre o meu específico) e se, no caso de ser Borderline, o medicamento ajuda. Desde já agradeço e elogio o site tão prestativo.

Resposta: Carolina, não desdenho nada, mas existem milhões de pacientes tratados em todo o mundo e se sabe que algumas técnicas são mais eficazes que outras. 
Bom, Oxcarbamazepina (Trileptal) realmente pode ser útil em Transtorno de personalidade Borderline. 
E ela pode sim reduzir a eficácia da pílula anticoncepcional. Portanto, se cuide mais ainda nos dias férteis. 

(Fonte: Blog de Dr. Rubens Pitliuk & Equipe)

29/12/2010

Quais São os Medicamentos Para Borderline?

Da série: Termos de busca

Eu já perdi as contas de quantas pessoas chegaram até meu blog procurando medicamentos para o TPB!

A questão é que até o momento não há um medicamento específico para tratar esse transtorno.

O TPB é tratado com  anti-depressivos, anti-psicóticos e estabilizadores de humor (não necessariamente todos esses) concomitantemente com sessões de terapia. Não há um anti-depressivo específico para o TPB, nem um estabilizador de humor exclusivo para tratar o border e assim por diante.

O psiquiatra deverá escolher o medicamento que seja adequado para cada paciente em particular. Pode acontecer de o medicamento ter que ser trocado diversas vezes até  se encontrar o mais apropriado.
Mesmo porque muitas vezes o TPB vem acompanhado de algum outro transtorno, como TOC, Bipolaridade etc

Para mais detalhes leia o post abaixo:
  Tratamento Borderline
Wally

28/12/2010

Como Impor Limites a um Borderline

Da série: Termos de busca
Termo de busca escolhido: como impor limites a um borderline

Vejamos o que diz Tom, que tem TPB, como se sente a respeito de limites:

"Eu estava trazendo a tona pensamentos de que o relacionamento íntimo perfeito não tinha limites. Limites só significavam uma brecha entre as pessoas. Limites significavam que eu tinha que estar sozinho, separado, sem nenhuma identidadeEu não me sentia bom o bastante para ter uma identidade distinta. Eu precisava estar ou totalmente emaranhado ou totalmente isolado."

O que acontece é o seguinte: Um borderline não sabe como estabelecer limites de maneira saudável.
No entanto, ajustar limites pessoais ajuda tanto o cuidador quanto o border

Eis algumas dicas:

- Não sofrer devido às ações ou reações do border.
- Não fazer pelo border o que ele pode fazer por e para si mesmo.
- Não impedir uma crise se isso está no curso natural dos eventos
- Não permitir-se ser usado ou abusado por causa de seu interesse  na recuperação do border.
.
Os limites pessoais lhe dizem onde você termina e onde outros começam. 
Os limites definem quem você é, o que você acredita, como você trata outras pessoas e como deixa que outros o tratem.

Como a casca de um ovo, os limites lhe dão forma e o protegem
Como as regras de um jogo, eles trazem ordem para sua vida e lhe ajudam a tomar decisões que o beneficiem.

Se você está sempre sob a fantasia dos desejos de alguém, sua vida pode girar fora de controle. 
As pessoas com TPB tendem a mudar as regras, agir impulsivamente e exigir atenção na hora em que elas querem, não os outros.

Os limites podem ajuda-lo a lidar com esses comportamentos para que você não se sinta como um fantoche num cordão.

Limites saudáveis são um tanto flexíveis, como uma peça leve de borracha. Você pode curva-lo e ele não quebra. Quando seus limites são muito flexíveis, contudo, as violações e intromissões de outros podem ocorrer.

Por outro lado, quando seus limites são muito inflexíveis, as pessoas talvez o vejam como frio e distante. Isso é porque limites inflexíveis podem agir como uma defesa – não apenas de outros, mas também de seus próprios sentimentos.

Seguem-se exemplos de como pessoas com bons limites emocionais agem de uma maneira que respeita seus próprios pensamentos e sentimentos:

Martha (borderline) e Tom, que estão tendo dificuldades no casamento, tem uma filha de dezesseis anos de idade, Tanya. Numa tarde, Martha e Tanya estavam caminhando quando Martha começou a divulgar detalhes sobre seus problemas maritais para Tanya. A adolescente imediatamente pediu que sua mãe contasse isso a uma amiga ao invés dela, dizendo que ela preferia não saber os detalhes pessoais.

Dan acreditava que seu pai tinha Transtorno de Personalidade Borderline. Seu irmão mais novo, Randy, discordava. Dan já não via seu pai por um ano, enquanto Randy jantava com ele uma vez por semana. Dan e Randy se sentiam livres para discutir suas opiniões a respeito de seu pai embora tivessem pontos de vista diferentes. E ambos gostavam de seu relacionamento de irmãos, percebendo que isto está separado de seus relacionamentos com o pai.

Os limites pessoais não dizem respeito a controlar ou mudar o comportamento de outra pessoa. De fato, eles não tem nada a ver com outras pessoas. Eles tem a ver com você, e o que precisa para cuidar de si mesmo.

Por exemplo, você talvez não seja capaz de impedir que parentes intrometidos lhe perguntem repetidamente quando planeja começar uma família. Mas você pode controlar se vai ou não responder a essas perguntas e quanto tempo passará com essas pessoas.
.
“O direito de dizer ‘não’ fortalece as fronteiras emocionais. Produz assim a liberdade de dizer ‘sim’, o respeito pelos sentimentos, a aceitação das diferenças e a liberdade de expressão.”

(fonte de estudo:  livro Stop Walking on Eggshells)

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