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06/02/2011

Como Conviver com um Transtorno numa Boa?

Se você tem um transtorno psicológico, de personalidade etc., aceite que para viver bem é necessário seguir algumas regrinhas básicas.

Em primeiro lugar, você tem que aceitar o seu transtorno. Esse é o primeiro passo. 

Admitir o problema é o primeiro passo para a cura, lembra?

A verdade é que ninguém é perfeito e ninguém tem uma vida perfeita. 

Sempre há inconvenientes, doenças, transtornos psicológicos, problemas familiares etc etc etc que podem tornar a vida de qualquer um em um inferno... mas só se a pessoa permitir.

Eu conheço pessoas com muitos problemas, talvez nem seja a quantidade deles que impressiona mas a dimensão, tanto de saúde como familiares, que  apesar de tudo conseguem ser felizes... E por quê? Porque aceitam sua limitação!

Eu sei que é mais fácil falar do que fazer mas devagar chegamos lá... confie!

Para aceitar o transtorno, é preciso aceitar que você assim como todo mundo não é perfeito

Alguns tem depressão, outros tem esquizofrenia, muitos tem câncer... e você, bem você tem um transtorno X. 

Ao aceitar o transtorno você começa a aceitar a si próprio. Você começa a entender que seu comportamento "esquisito" tem agora uma explicação plausível. 
Isso não deve, contudo, servir como justificativa para te impedir de seguir adiante.

O segundo passo, tão importante quanto o primeiro, é seguir a risca o seu tratamento. Leve seu tratamento a sério. Sempre. Não brinque com o uso dos medicamentos.  
E siga sempre as instruções de seu médico. 

Uma vez iniciado o tratamento, controle seu entusiasmo.  
A melhora não vai bater na sua porta no dia seguinte. 
Lembre-se: "Devagar e Sempre"...

Mesmo com o tratamento, a crise pode aparecer - especialmente quando engatilhada por alguma situação - mas você já se tornou um paciente consciente e isso ajudará você a atravessá-la com muito menos consequências do que o faria se não tivesse admitido o seu problema.

O importante é não desistir.
Haverá dias em que o desânimo vai impedir o seu progresso...
Mas "Nada como um dia depois do outro", não é mesmo?

Não se deixe abater por pensamentos negativos. Quando eles insistirem em te perturbar faça qualquer coisa que mude o rumo de seus pensamentos. Não podemos impedir um pássaro de pousar numa árvore mas podemos impedir que ele continue ali
O mesmo acontece com nossos pensamentos. 

Não alimente o pássaro! Afugente-o!!!

Um dia você será muito bem sucedido, no outro nem tanto. 

Porém lembre-se "Um dia de cada vez"...
Wally elsissy

05/02/2011

TPB & Medicina Alternativa

Da série:Termos de busca

A medicina alternativa deve ser empregada apenas como coadjuvante no tratamento do TPB.

Jamais deve-se dispensar o tratamento convencional e se apoiar apenas na medicina alternativa. A não ser que o próprio psiquiatra o aconselhe a fazê-lo o que acho praticamente impossível de acontecer.

Como tratamento paralelo, o border pode fazer uso de acupuntura e/ou praticar ioga para aliviar a ansiedade e nervosismo.

Além desses, também é possível usar Florais de Bach e/ou Homeopatia para diminuir os sintomas de insônia e depressão.

Métodos como Pilates ou a prática de um esporte como a natação também podem ser de grande ajuda para combater o estresse. 

A prática de exercícios físicos como a caminhada faz bem pro corpo e alma. 
Eleva a auto-estima e aumenta o grau de concentração dentre muitos outros benefícios.

Mas nunca deixe de lado o tratamento prescrito por seu médico
Se você quer ficar bem, não se auto-medique nem abandone os conselhos de seu psiquiatra.

Se não está satisfeito com o andar da carruagem, o máximo que você deve fazer é procurar um outro profissional até ficar satisfeito com o tratamento.

A melhora não vem de uma hora para a outra e é preciso paciência, sacrifício e disposição.

Esses são os ingredientes principais...
Wally elsissy

15/01/2011

Quem Quer Ficar Paraplégico?

Não, não é um convite. É uma pergunta!

Alguma vez você já pensou em passar o resto da sua vida em cima de uma cadeira de rodas? Já teve vontade de ficar paraplégico?

Pois acredite, ser paraplégico é o sonho de algumas pessoas.

Acabei de assistir um filme entitulado "O Outro Lado" que aborda essa questão polêmica.

Eis uma breve descrição do roteiro do filme:

Isaac Knott é um jovem repórter paraplégico de uma pequena rádio pública de Nova York. Certo dia, ele recebe uma denúncia sobre um homem que foi até o hospital local e pediu que lhe amputassem as pernas. Intrigado, decide investigar. No entanto, por conta de sua condição física, ninguém parece lhe dar muita atenção.

Mas as denúncias (sobre pessoas pedindo amputações)  continuam surgindo e, ao dar continuidade à sua investigação, ele chega até uma seita composta por diversas pessoas que, apesar de serem aptas fisicamente, desejam se tornar paraplégicas (tais pessoas são chamadas de pretenders - pois fingem ser paraplégicas), presas à uma cadeira de rodas ou aparelhos corretores.

Agora, a pergunta que não quer calar (e não vai calar nunca):
O que poderia motivar tais pessoas a nutrir desejo tão masoquista?

É neste momento que Isaac conhece Fiona, a autora das mensagens que o levaram à investigação. Ela é saudável, bela mas se sente incompleta. E  deseja a todo e qualquer custo se tornar deficiente, usando aparelho para coluna e até uma cadeira de rodas.

Enfim, o filme fica entre o drama humano e o suspense psicológico. É um filme interessante apenas para pessoas interessadas no desconhecido da mente humana. Mas poderia ser melhor trabalhado esse lado da seita, onde pessoas se reúnem discutindo ansiosamente seu desejo tão obscuro por algo que torna as pessoas tão infelizes.

Naturalmente que curiosa como sou, fui "fuçar" em busca da verdade a respeito desse distúrbio. Imaginei que fosse uma parafilia e BINGO!
Acertei em cheio!!!

O nome dado à esse desejo de ser amputado e/ou ficar paraplégico é  APOTEMNOFILIA.

Da Wikipedia: Apotemnofilia é uma parafilia caracterizada pelo desejo de se ver amputado em uma ou mais partes do corpo.

Relacionado à apotemnofilia, tem-se a acrotomofilia, o devotee e o wannabe.

Acrotomofilia é a preferência sexual por pessoas que tenham alguma parte de seus corpos amputada, pois a excitação é proporcionada justamente pela falta daquela parte. Quando a excitação acontece quando um membro do próprio corpo é amputado, chama-se apotemnofilia ou amelotatista.

Devotee é o indivíduo que é atraído sexualmente por pessoas que são amputadas.

Wannabe significa "querer ser" ("wanna" significando querer e "be", ser).
Wannabe em relação à apotemnofilia é alguém que quer se tornar um ser amputado, certamente sem razão médica. Alguns wannabes são pretenders (se fazem de amputados). Para os Wannabes a amputação é uma necessidade. Alguns chegam ao extremo para conseguir a amputação desejada, pois sentem que o membro sadio os incomoda.

Pode-se afirmar que o prazer de quem sofre dessa parafilia muitas das vezes não se encontra na cópula, mas em alguma outra atividade paralela ao ato sexual, caracterizada pelo desejo de se ver amputado em uma ou mais partes do corpo.

Pois é... certamente há coisas na mente humana que jamais serão explicadas, não é mesmo?
Mas, no entanto, contudo, todavia... Quem sou eu pra julgar uma pessoa que gostaria de ficar presa a uma cadeira de rodas pelo resto da vida, não é verdade? Mas não deixo de confessar que achei bizarríssimo!
Wally

12/01/2011

Borderline Melhora?


Da série: Termos de busca

Semana passada alguém chegou até o meu blog com a seguinte pergunta:

"Borderline Melhora?"

Me animei a responder porque muita gente se deixa abater quando descobre que o TPB não tem cura e com isso se rende ao desânimo e chega até mesmo a desistir do tratamento. E esquece que sim, o borderline pode melhorar e muito!

Fico frustrada e triste quando leio depoimentos em blogs onde o borderline se diz amaldiçoado com um transtorno que não tem cura.

Sempre bato na mesmíssima tecla: Diabetes tem cura?

Não tem, não é verdade?
E uma pessoa ao descobrir que tem diabetes tem que fazer o que?
Dependendo da elevação do açúcar no sangue a primeira coisa é deixar de ingerir glicose. 
Um sacrifício e tanto para a maioria das pessoas.
E mesmo que o paciente diabético não tenha que cortar o açúcar em 100% de sua alimentação, por certo terá que reduzi-lo e sempre vigiar.
Além disso, o diabético normalmente tem que tomar medicamentos, cuidar muito bem de seus pés etc etc etc

Nem por isso, ao receber o diagnóstico o diabético vai deixar de viver, certo? Mesmo sabendo que não há cura para o diabetes, ele vai seguir uma dieta e sempre consultar com seu médico. Assim sendo, seu organismo responderá ao tratamento e ele poderá levar uma vida relativamente normal!

Da mesma forma o portador do TPB não deve desanimar diante do diagnóstico e/ou diante do fator não-curativo do mesmo.

Sim, o comportamento da pessoa borderline pode melhorar e muito.
Mas não é da noite para o dia e exige-se sacrifícios.
Infelizmente não há uma "insulina border" para tratar o TPB.

Mas consultando um profissional, seguindo a risca o tratamento (seja medicamentos e/ou terapia) e se esforçando dentro do possível a melhora virá e o border passará de um border desiludido a um border consciente.

Essa consciência nem sempre ajudará a evitar uma crise, mas sem dúvida vai minimizar as consequências. 

Um border consciente nem sempre tem o controle absoluto de suas emoções, mas sem dúvida aprenderá, pouco a pouco, a dominar o seu comportamento.
Wally elsissy

29/12/2010

Quais São os Medicamentos Para Borderline?

Da série: Termos de busca

Eu já perdi as contas de quantas pessoas chegaram até meu blog procurando medicamentos para o TPB!

A questão é que até o momento não há um medicamento específico para tratar esse transtorno.

O TPB é tratado com  anti-depressivos, anti-psicóticos e estabilizadores de humor (não necessariamente todos esses) concomitantemente com sessões de terapia. Não há um anti-depressivo específico para o TPB, nem um estabilizador de humor exclusivo para tratar o border e assim por diante.

O psiquiatra deverá escolher o medicamento que seja adequado para cada paciente em particular. Pode acontecer de o medicamento ter que ser trocado diversas vezes até  se encontrar o mais apropriado.
Mesmo porque muitas vezes o TPB vem acompanhado de algum outro transtorno, como TOC, Bipolaridade etc

Para mais detalhes leia o post abaixo:
  Tratamento Borderline
Wally

21/12/2010

Dicas de Auto Controle

Em resposta a um comentário (leia aqui o comentário na íntegra)

"Quais seriam as dicas para uma borderline consciente se controlar quando perceber que está havendo briga? O que ela pode pensar ou fazer para interromper o processo de intolerancia profunda, por alguma frustração boba?"

- Repetir mentalmente:

"Eu sei que isso vai passar e as coisas vão melhorar.
Já aconteceu antes e tudo ficou bem."
- Continuar repetindo até acreditar.

- Escrever.

Um diário (online ou convencional) pode ser um grande salvador num momento difícil.
Escreva sem medo, sem vergonha, sem censura.
Deixe que sua mente se liberte de todos os pensamentos.
Despir a alma dos sentimentos perturbadores usando papel e caneta (ou um PC) vai aliviar sua angústia e provavelmente evitar um conflito.
Naturalmente que o diário pode ser utilizado em qualquer circunstância e não somente quando a crise se aproxima.

- Caminhar para arejar.

É sabido que qualquer exercício físico proporciona um grande bem-estar emocional.
Uma caminhada, ainda que seja um pequeno passeio, pode ser de grande ajuda.
Lembre-se de respirar fundo diversas vezes enquanto caminha.

- Dormir.

Beber um chá de camomila ou algum outro que não seja estimulante e ir deitar.
Pensar em coisas aleatórias que não engatilhem um conflito.

Visualizar (através da lembrança) acontecimentos passados que foram capazes de proporcionar momentos felizes.

- Não tomar nenhuma decisão.

Em hipótese alguma decida qualquer coisa em meio a uma crise.
Sem dúvida vai se arrepender se o fizer.
Caso tenha vontade de fazer alguma coisa repita mentalmente:

"Assim que me acalmar tomo uma decisão. Agora, não!".
Se a vontade de fazer uma escolha permanecer, escreva no diário a decisão que você quer tomar. Apenas escreva! Não compartilhe com ninguém!

Bom, essas estratégias tem me ajudado MUITO!
Mas é de vital importância que o tratamento não seja descontinuado em hipótese alguma. Tanto os medicamentos quanto a terapia.

Com o tratamento adequado, o border terá cada vez mais consciência de seu comportamento e aprenderá a lidar consigo mesmo. A partir do momento que admite-se que há um problema, o progresso começa.

Assim que o border aceita seu transtorno, e por conseguinte aceita-se, ele começa a agir. E aos poucos aprende a trabalhar seus sintomas e começa a levar uma vida relativamente normal.
Wally elsissy

20/12/2010

Como se Defender de Um Borderline

Da série: Termos de busca
O termo de busca foi: Como se Defender de Um Borderline?

Bom, a resposta é DEPENDE!
Primeiramente, se defender de quê? Da manipulação? Da agressividade?

E mais uma coisa... O comportamento que você deverá assumir, vai depender do seu envolvimento/parentesco com o border em questão.

Se o borderline é sua mãe, o seu comportamento será diferente daquele que vc assumirá caso o border seja seu marido.
E assim por diante.

Mas há algumas estratégias que podem ser adotadas pelo cuidador (e por outras pessoas) independentemente de qual seja seu envolvimento com a pessoa que tem TPB.

Para combater a crítica do borderline: 

É preciso que o cuidador trabalhe sua auto-estima.

Isso pode ser feito através de terapia, análise ou até mesmo da leitura de livros de auto-ajuda.

Não deixe que sua auto-estima seja rebaixada ou você ficará muito vulnerável às críticas do border e para que você consiga ajudar alguém, é importante que você esteja bem consigo mesmo.
.
Para saber até onde a verdade vai:

Se o border em sua vida o acusa de estar sendo ingrato, insensível, ou de quaisquer influencias negativas, você pode checar a veracidade da acusação com outros.
Pergunte a pessoas que fazem parte de seu círculo familiar e de amizade se eles acreditam existir alguma verdade no que o borderline está afirmando. 

Para se proteger da chantagem emocional: 

Se o border sentir – consciente ou inconscientemente – que a atitude manipuladora que ele por vezes assume está dando resultado, as chances de seu  comportamento repetir-se aumentarão em 100%.

Enquanto que as chances de ele obter progresso no tratamento diminuirão significantemente. 
Por isso não entre no jogo de manipulação do border!

Como? Bem, para o manipulador (seja ele border ou não) é fundamental fazer com que o outro (no caso do border, o cuidador) seja inferiorizado. 
Se você não reagir às provocações, isso não irá acontecer.

Portanto, seja firme para que seu emocional não seja desestabilizado. 
Pense bem antes de dizer qualquer coisa e evite sempre a agressividade.

Quer desarmar um manipulador? Use poucas palavras e sempre que for possível use seu senso de humor, todavia sem ironia!

Para se proteger da agressividade:

Normalmente, os fatores que mais desencadeiam a raiva no border tornando-o agressivo são:
- ter suas necessidades ignoradas
- ser contrariado
- estar sob estresse.

O desespero é o que leva o border a agressividade.

Muitas vezes o border provoca o cuidador para que ele possa intervir por ele e controlar seus impulsos agressivos, já que ele não sabe como fazer isso.

Se você acredita que punir o border quando ele é agressivo vai ajudá-lo, você está redondamente enganado. Ao contrário, tal atitude acarretará ainda mais problemas.
A melhor defesa nesse caso é abster-se de devolver na mesma moeda.
E assim como no caso da chantagem emocional, use poucas palavras.
Seja impessoal e não aja e nem diga nada por impulso.


Lembre-se sempre: 

Por trás de um border agressivo, há alguém extremamente frágil e inseguro que usa a raiva para camuflar seus sentimentos por medo de ser incompreendido...
Wally 

05/11/2010

Sintomas Borderline (Resumo)

O borderline vive nos extremos. 
Ou gosta ou detesta. 
Ou é 8 ou 80.
A moderação passa longe do cotidiano do border.

O humor oscila temerosa e drasticamente.
Em um minuto está feliz e no minuto seguinte mortalmente triste.
Sendo que muitas vezes, sem um motivo aparente.
Suas emoções são como uma roleta russa.

Tem dificuldades em enxergar as pessoas como "um todo".
Ou enxerga suas qualidades ou seus defeitos.
Normalmente as vê como anjos ou como demônios.
Sendo que essa definição varia de acordo com a atitude da pessoa em relação ao borderline. 

Da mesma forma pode se sentir sobre si mesmo.
Totalmente digno de valor e reconhecimento num momento e merecedor de desprezo ou até da morte no momento seguinte.

O border tem pavor a rejeição e/ou ao abandono.
Para ser aceito, pode se sujeitar a fazer qualquer coisa.

Extremamente sensível, uma pequena advertência ou crítica pode levá-lo a agressividade emocional ou física.

Possui extrema dificuldade em lidar com um problema.
Normalmente não consegue enxergar várias alternativas para a solução do mesmo.

Apesar de sempre precisar de um cuidador, normalmente não é muito sociável, dando preferência ao isolamento na maior parte do tempo.
Daí a dificuldade em viver em grupo.

Desiste muito facilmente diante de quaisquer dificuldades e desventuras.
Um grão de areia pode se tornar um obstáculo montanhoso para um border.

Se culpa por ser diferente.
E quando a culpa pesa demais, joga-a no seu cuidador ou familiar mais próximo.
Cultiva o auto-ódio que se reflete aos que estão ao seu redor.

Quando o border diz que te odeia, ele não quer dizer isso, na verdade.
Ele quer dizer que odeia aquela situação presente da qual você participa, muitas vezes involuntariamente.

Das coisas mais simples às mais importantes.
Seja dar continuidade a um livro, um curso ou até mesmo a um relacionamento.
Esse comportamento pode erroneamente rotular o border de preguiçoso.

O borderline está sempre insatisfeito e com uma sensação enorme de vazio.
Nada o preenche. 
Perde o interesse nas coisas com muita rapidez.

A compulsão também pode estar entre os sintomas de um borderline.
Seja ela por compras, sexo ou drogas, entre outras.

Muitas vezes, o borderline apresenta distúrbios alimentares.


Variando entre a anorexia, bulimia e compulsão alimentar.

Pode vivenciar momentos de despersonalização e/ou dissociação.
Em alguns casos mais graves surge a paranóia.

Costuma ter falhas na memória.

Apresenta dificuldade em ter uma identidade própria.
Normalmente se espelha na personalidade daquele com quem convive intimamente.

Por se auto-desprezar, o borderline tem tendência à auto-mutilação.
A auto-mutilação inclui não apenas machucaduras feitas com objetos cortantes mas também outras atividades que representem um perigo para si próprio, tais como praticar o sexo inseguro e dirigir inconsequentemente.

Por normalmente cultivar uma baixíssima auto-estima, é propenso a sufocar demonstrações de afeto.

O borderline, muitas vezes, dá a impressão de ser uma pessoa com um coração de pedra. 
Mas ao contrário do que parece, o coração do border é de carne, mas não tem pele e tal qual, sangra ao mais leve toque.
Wally elsissy

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