Um homem belga é a primeira vítima fatal da nova superbactéria originária da Índia e cuja descoberta foi divulgada esta semana.
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Ele sofreu um acidente de carro na Paquistão, onde acabou infectado após ser hospitalizado no país antes de ser repatriado para continuar seu tratamento, afirmou Denis Pierard, microbiologista do hospital AZ VUB, em Bruxelas, para onde o homem foi transferido.
Apesar de ter sido tratado com colistina, um poderoso antibiótico, o homem acabou morrendo.
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- O epicentro da presença desta bactéria parece ser a Índia e o Paquistão, mas aparentemente devido ao contato e às viagens, sua disseminação está se alastrando - explicou Youri Glupczynski, bacteriologista da Universidade de Leuven.
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A superbactéria, da família das enterobactérias, entre elas a Escherichia coli e a Salmonella, desenvolveu um gene mutante, batizado NDM-1, que lhe dá a capacidade de produzir uma enzima capaz de degradar e, assim, tornar ineficazes grande parte dos antibióticos hoje usados como um dos últimos recursos no tratamento de infecções hospitalares graves.
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Sua aparição foi descrita pelo professor Tim Walsh, da Universidade de Cardiff, no Reino Unido, na edição desta semana do jornal científico "Lancet". Os primeiros casos surgiram na Índia e no Paquistão e chegaram ao Reino Unido através de ingleses que foram à Índia para se submeterem a cirurgias estéticas e tratamentos médicos.
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O temor é que agora ela se espalhe pelo mundo.
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16/08/2010
06/08/2010
01/08/2010
Emoções Que Adoecem
Afirma ela, que somos 100% responsáveis por tudo de ruim que acontece no nosso organismo.
Todas as doenças tem origem num estado de não-perdão, diz a psicóloga americana Louise L. Hay. Sempre que estamos doentes, necessitamos descobrir a quem precisamos perdoar.
Quando estamos empacados num certo ponto, significa que precisamos perdoar mais.
Pesar, tristeza, raiva e vingança são sentimentos que vieram de um espaço onde não houve perdão. Perdoar dissolve o ressentimento.
Eis a lista elaborada pela psicóloga:
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AMIDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada.
ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo.
APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.
ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem.
ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo.
ASMA: Sentimento contido, choro reprimido.
BRONQUITE: Ambiente familiar inflamado. Gritos, discussões.
CÂNCER: Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.
COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria.
DERRAME: Resistência. Rejeição à vida.
DIABETES: Tristeza profunda.
DIARRÉIA: Medo, rejeição fuga.
DOR DE CABEÇA: Autocrítica, falta de autovalorização.
DOR NOS JOELHOS: medo de recomeçar, medo de seguir em frente
ENXAQUECA: Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.
FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro (a).
FRIGIDEZ: Medo. Negação do prazer.
GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação.
HEMORRÓIDAS: Medo de prazos determinados. Raiva do passado.
HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças.
INSÔNIA: Medo, culpa.
LABIRINTITE: Medo de não estar no controle.
MENINGITE: Tumulto interior. Falta de apoio.
NÓDULOS: Ressentimento, frustração. Ego ferido.
PELE (ACNE): Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.
PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida.
PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido.
PRESSÃO BAIXA: Falta de amor quando criança. Derrotismo.
PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente.
PULMÕES: Medo de absorver a vida.
QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa evolução.
RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas.
REUMATISMO: Sentir-se vitima. Falta de amor. Amargura.
RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional. Culpa crença em perseguição.
RINS: medo da crítica, do fracasso, desapontamento.
SINUSITE: Irritação com pessoa próxima.
TIRÓIDE: Humilhação.
TUMORES: Alimentar mágoas. Acumular remorsos.
ÚLCERAS: Medo. Crença de não ser bom o bastante.
VARIZES: Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.
28/06/2010
18/06/2010
Andropausa
Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Manchester, na Grã-Bretanha, afirmou ter comprovado a existência da andropausa, a "menopausa" masculina, mas revelou que ela é rara.
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Os pesquisadores analisaram mais de 3.369 homens entre 40 e 79 anos de oito cidades europeias para verificar se eles enfrentam o problema, também chamado hipogonadismo masculino tardio, que se reflete em um declínio na produção do hormônio masculino testosterona.
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Eles afirmam que apenas 2% dos analisados mostraram de fato enfrentar a condição, frequentemente diagnosticada erroneamente, já que sintomas associados à andropausa também estão ligados a outros problemas de saúde e à obesidade.
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"Nossas descobertas identificaram os sintomas-chave do hipogonadismo masculino tardio e sugerem que o tratamento com testosterona (geralmente recomendado para a enfrentar a andropausa) pode ser útil apenas em um número relativamente pequeno de casos", afirmou o professor Fred Wu, da Escola de Biomedicina da Universidade de Manchester, que liderou o estudo.
A pesquisa foi divulgada na publicação científica "New England Journal of Medicine".
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Sintomas e diagnóstico excessivo
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Os pesquisadores fizeram perguntas aos homens analisados a respeito de sua saúde física, mental e sexual.
As perguntas buscaram determinar a existência de três sintomas sexuais - pouca ereção durante a manhã, baixos níveis de desejo sexual e disfunção erétil - que estão ligados ao baixos níveis do hormônio testosterona da andropausa, juntamente com o surgimento de depressão e cansaço.
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No entanto, alguns outros sintomas citados frequentemente pelos analisados, como mudanças nos padrões de sono, baixa concentração e sentimento de inutilidade e ansiedade não estão ligados aos baixos níveis de testosterona.
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Além disso, mesmo os três sintomas sexuais ligados à andropausa são relativamente comuns também em homens com níveis normais de testosterona, explicou Fred Wu.
"Portanto é importante especificar a presença de todos os três sintomas sexuais, dos nove sintomas relacionados à (baixa de) testosterona que identificamos, juntamente com o baixo nível de testosterona, para aumentar a probabilidade de diagnosticar corretamente o hipogonadismo masculino tardio."
"A aplicação destes novos critérios deve evitar o diagnóstico excessivo de hipogonadismo e diminuir o uso imprudente de terapia de testosterona em homens mais velhos", acrescentou.
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Câncer
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No começo deste mês, um editorial na publicação especializada Drug and Therapeutics Bulletin afirmou que muitos homens que relatam sintomas de andropausa citados tem níveis normais de hormônios.
O editorial alertou que fornecer testosterona sintética a estes homens pode aumentar o risco de câncer de próstata.
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O presidente do Fórum Britânico de Saúde Masculina, o médico Ian Banks, também afirma que é preciso ter cautela em relação ao uso da terapia de testosterona.
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"Precisamos ser muito cautelosos sobre a prescrição de terapia de testosterona, e os médicos precisam equilibrar os benefícios e os riscos. Esta pesquisa reconhece que esta é uma questão complexa e que é preciso ter cautela", afirmou.
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Sintomas e diagnóstico excessivo
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Os pesquisadores fizeram perguntas aos homens analisados a respeito de sua saúde física, mental e sexual.
As perguntas buscaram determinar a existência de três sintomas sexuais - pouca ereção durante a manhã, baixos níveis de desejo sexual e disfunção erétil - que estão ligados ao baixos níveis do hormônio testosterona da andropausa, juntamente com o surgimento de depressão e cansaço.
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No entanto, alguns outros sintomas citados frequentemente pelos analisados, como mudanças nos padrões de sono, baixa concentração e sentimento de inutilidade e ansiedade não estão ligados aos baixos níveis de testosterona.
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Além disso, mesmo os três sintomas sexuais ligados à andropausa são relativamente comuns também em homens com níveis normais de testosterona, explicou Fred Wu.
"Portanto é importante especificar a presença de todos os três sintomas sexuais, dos nove sintomas relacionados à (baixa de) testosterona que identificamos, juntamente com o baixo nível de testosterona, para aumentar a probabilidade de diagnosticar corretamente o hipogonadismo masculino tardio."
"A aplicação destes novos critérios deve evitar o diagnóstico excessivo de hipogonadismo e diminuir o uso imprudente de terapia de testosterona em homens mais velhos", acrescentou.
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Câncer
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No começo deste mês, um editorial na publicação especializada Drug and Therapeutics Bulletin afirmou que muitos homens que relatam sintomas de andropausa citados tem níveis normais de hormônios.
O editorial alertou que fornecer testosterona sintética a estes homens pode aumentar o risco de câncer de próstata..
O presidente do Fórum Britânico de Saúde Masculina, o médico Ian Banks, também afirma que é preciso ter cautela em relação ao uso da terapia de testosterona.
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"Precisamos ser muito cautelosos sobre a prescrição de terapia de testosterona, e os médicos precisam equilibrar os benefícios e os riscos. Esta pesquisa reconhece que esta é uma questão complexa e que é preciso ter cautela", afirmou.
26/05/2010
Entendendo e Tratando a Psoríase
A psoríase é uma doença crônica e não-contagiosa da pele, que produz manchas secas e arredondadas na pele, de tamanhos variados, cobertas por escamas brancas, cinzas ou branco-acinzentadas.
Ela geralmente ocorre entre os 20 e os 50 anos, mas pode aparecer em qualquer idade e ser diagnosticada até mesmo em crianças.
O comportamento da psoríase também é misterioso. Às vezes, pode ser moderada, com apenas algumas manchas. Mas no dia seguinte, manchas grandes e escamosas podem cobrir o corpo.
O tratamento é difícil, pois o que funciona para uma pessoa pode não fazer efeito em outra e os tratamentos que um dia foram eficazes para alguém geralmente se tornam ineficientes ou vice-versa.
Causa
Apesar de não saberem exatamente o que causa a psoríase, os médicos sabem que ela envolve uma alteração no sistema imunológico. É considerada uma doença auto-imune, pois o sistema imunológico ataca por engano suas próprias células saudáveis.
Alguns leucócitos, chamados de células T, são estimulados em excesso e aceleram a descamação das células da pele. Na pele normal e saudável, as novas células levam cerca de um mês para migrarem para a superfície. Na pele de uma pessoa com psoríase, esse processo leva somente de três a quatro dias.
Esse crescimento acelerado das células é o que provoca a formação de manchas escamosas e avermelhadas na pele, chamadas de placas.
Além de não terem um bom aspecto, essas placas geralmente causam coceira e desconforto. Embora existam vários outros tipos de psoríase, esse que forma placas, conhecido como psoríase em placa, é o mais comum. A psoríase também parece envolver um forte fator hereditário, embora somente 1/3 de seus portadores se lembrem de ter um parente com a doença. Há uma relação entre psoríase e artrite que pode se somar ao quadro cutâneo.
Quando a psoríase aparece, o desenvolvimento da doença pode ser provocado de diversas maneiras. Uma lesão na pele, como um corte, pode provocar o aparecimento súbito da doença geralmente entre 8 a 18 dias após o trauma. Mudanças de estação também afetam a psoríase: no inverno costuma haver uma piora da doença.
Muitos pacientes também têm problemas maiores em períodos de estresse físico e emocional. As infecções, particularmente as do trato respiratório superior, podem agravar a psoríase.
Sintomas
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A psoríase caracteriza-se por manchas salientes e avermelhadas na pele com escamas cinzas chamadas de placas. Essa placas podem aparecer em qualquer lugar do corpo. Entretanto, ocorrem com mais freqüência no couro cabeludo, na região lombar e nos cotovelos, joelhos e articulações dos dedos. Quando a psoríase afeta as unhas, ela causa rugas e nódoas amarronzadas e, às vezes, pode quebrá-las ou descolá-las. As áreas genitais também podem ser afetadas.
As manchas no couro cabeludo formam grandes escamas branco-acinzentadas no contorno do cabelo, que se assemelham à caspa.
As manchas no couro cabeludo formam grandes escamas branco-acinzentadas no contorno do cabelo, que se assemelham à caspa.
As manchas encontradas em áreas úmidas, como as axilas, geralmente não são tão escamosas. Todas as manchas podem coçar.
Geralmente, a psoríase não causa complicações sérias. Às vezes, entretanto, a doença se torna tão grave, que pode causar calafrios, vermelhidão dolorosa da pele, rachadura da pele ao redor das articulações e formação de grandes áreas de pele descamada. A psoríase esfoliativa, pode precisar de internação para terapia intensiva.
Tratamento
Até agora, não há cura conhecida para a psoríase e o tratamento oferece somente alívio temporário dos sintomas. A limpeza normal da pele, ao redor das áreas afetadas, é importante para prevenir infecções. Loções e cremes a base de alcatrão vegetal (e outros componentes designados para remover as escamas) podem limpar a pele irritada e diminuir a coceira.
Foram apresentados recentemente diversos medicamentos como sendo eficazes no alívio dos sintomas da psoríase. A cortisona e os esteróides mais novos (medicamentos à base de hormônios) podem remover as placas em cerca de 50% dos casos quando aplicados diretamente na pele afetada. Muitos médicos recomendam cobrir as áreas tratadas com um plástico fino, além do creme. Isso é chamado de terapia oclusiva.
Alguns medicamentos diminuem a taxa de crescimento das células. Um deles, o metotrexato, reduz os sintomas nos casos graves. Entretanto, em virtude de seus efeitos colaterais serem fortes, ele é prescrito para uso somente sob supervisão médica.
Outros medicamentos usados para a psoríase incluem o calcipotrieno, o tazaroteno, a ciclosporina e os derivados de vitamina A. Todos esses medicamentos devem ser administrados por um médico.
Existem muitas formas de você cuidar da pele para reduzir o ressecamento e evitar infecções.
Tratamentos alternativos
Existem dezenas de remédios caseiros que podem ser usados para diminuir o desconforto da psoríase. Aqui vão alguns dos remédios e tratamentos alternativos:
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Fique no sol
Isso lhe parece um conselho surpreendente? Embora os médicos queiram que a maioria de seus pacientes evite o sol para prevenir câncer de pele e rugas, muitos portadores de psoríase são estimulados a ficar expostos aos raios ultravioleta do sol, uma vez que eles podem ajudar a minimizar os sintomas da doença. Apesar de os médicos não saberem exatamente como funcionam os raios solares na cura da psoríase, eles parecem diminuir a velocidade de replicação das células da pele.
Apesar de os médicos não saberem exatamente como funcionam os raios solares na cura da psoríase, eles parecem diminuir a velocidade de replicação das células da pele.
Contudo, existe um limite para os efeitos benéficos do sol na psoríase: uma queimadura de sol pode estimular o aparecimento da doença.
Durante muitos anos, as pessoas iam em bandos para o Mar Morto para tratarem a psoríase. O Mar Morto está localizado 396 metros abaixo do nível do mar, criando um filtro atmosférico que permite que os portadores de psoríase permaneçam no sol por mais tempo sem se queimarem.
O alto teor de sal na água do Mar Morto também facilita a flutuação. Algumas empresas de cosméticos vendem produtos que contêm sal e minerais do Mar Morto, que também podem proporcionar certo alívio.
Embora você talvez não possa ir ao Mar Morto nas próximas férias, você pode tirar proveito dos efeitos da cura pelo sol. Antes de se expor, aplique uma camada fina de óleo mineral nas áreas afetadas da pele, o que aumentará os efeitos do sol e manterá a pele úmida. Entretanto, o óleo também aumentará o risco de queimadura de sol, então fique pouco tempo exposto.
Da mesma maneira, para proteger a pele que não possui placas contra os efeitos prejudiciais da exposição ao sol, passe filtro solar com fator de proteção (FPS) 15 ou mais; aplique-o de 20 a 30 minutos antes de se expor ao sol e reaplique várias vezes, especialmente depois de nadar ou de transpirar muito.
Não passe filtro solar nas placas, uma vez que ele bloqueará os raios ultravioleta, que podem ajudá-las a desaparecer. Se você optar pela exposição aos raios UV para tratar a psoríase, não abuse do sol.
E consulte seu dermatologista regularmente para que ele verifique se há algum problema.
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Terapia de raios ultravioleta
A terapia de raios ultravioleta (ou fototerapia, como às vezes é chamada) também pode ser administrada, chova ou faça sol, no consultório médico ou mesmo na sua casa. Você pode aproveitar os benefícios do sol usando um aparelho em casa, que emite raios UVB (ultravioleta B).
Os raios do sol são constituídos de dois tipos de raios ultravioleta, conhecidos como A e B. Os raios UVB diminuem o crescimento, surpreendentemente rápido, das células da pele, marca registrada da psoríase. Os raios UVA ajudam apenas quando usados simultaneamente com um medicamento oral chamado psoralen, em um tratamento conhecido como PUVA, geralmente prescrito para casos mais graves ou resistentes da psoríase. De acordo com a National Psoriasis Foundation (em inglês), estudos revelaram que 80% dos portadores de psoríase tiveram bons resultados com a terapia de raios UVB.
Você precisará discutir primeiro com seu médico o uso da terapia de raios UVB em casa. Ele administrará a terapia no consultório até seja possível prescrever um aparelho de raios UV em casa. A propósito, os aparelhos de raios para terapia doméstica não utilizam o mesmo tipo de raio UV usado em cabinas e salões de bronzeamento.
Exatamente como acontece quando está tomando banho de sol, você terá que ter cuidado para não queimar a pele ao se submeter à terapia de raios em casa, além de ter que consultar seu dermatologista regularmente para que ele verifique se está tudo normal com sua pele.
A terapia nutricional defende que a ausência de certos alimentos e a presença de outros ativam a produção excessiva das células da pele.
Os médicos sabem há muito tempo que os esquimós da Groenlândia, que comem grandes quantidades de peixe de água fria, raramente sofrem de psoríase, e alguns especialistas acreditam que o óleo de peixe possa ser a razão.
Uma pesquisa da Universidade da Califórnia, em Davis e da Universidade de Michigan, em Ann Arbor, sugeriu que grandes doses orais de suplementos à base de óleo de peixe podem ajudar a controlar a psoríase.
Os participantes dos estudos sobre óleo de peixe tiveram que consumir grandes quantidades de suplemento à base desse óleo para chegar a resultados positivos, entretanto, o consumo regular dessas doses altas de óleo de peixe puro poderia resultar potencialmente em doses excessivas de vitaminas A e D. Além disso, como qualquer outra gordura, o óleo de peixe é rico em calorias.
Os participantes dos estudos sobre óleo de peixe tiveram que consumir grandes quantidades de suplemento à base desse óleo para chegar a resultados positivos, entretanto, o consumo regular dessas doses altas de óleo de peixe puro poderia resultar potencialmente em doses excessivas de vitaminas A e D. Além disso, como qualquer outra gordura, o óleo de peixe é rico em calorias.
Mas se estiver pensando em seguir o caminho dos suplementos de óleo de peixe, converse primeiro com seu médico. Os alimentos a serem eliminados da dieta incluem álcool e alimentos de origem animal em excesso.
Um estudo na Suécia mostrou que os portadores de psoríase que fizeram uma dieta vegetariana (sem carne, peixe, leite ou ovos), por um período de três a quatro semanas, sentiram menos sintomas que quando seguiam sua dieta normal.
Um estudo na Suécia mostrou que os portadores de psoríase que fizeram uma dieta vegetariana (sem carne, peixe, leite ou ovos), por um período de três a quatro semanas, sentiram menos sintomas que quando seguiam sua dieta normal.
Além dos produtos de origem animal, o trigo e os alimentos acidíferos (cítricos, tomates, café, abacaxi e bicarbonato de sódio) também tendem a ativar a psoríase.
Os médicos concordam que o estresse pode fazer surgir a psoríase. Um estudo descobriu que a pele de pacientes que se submeteram à fototerapia melhorou mais rapidamente ao ouvirem fitas de relaxamento e meditação.
Algumas outras técnicas eficazes de relaxamento que os portadores de psoríase usam incluem hipnose, massagem, visualização, tai chi e ioga.
Funciona baseado na premissa de que a eliminação das toxinas do corpo pode permitir que as células da pele funcionem adequadamente de novo. Outra teoria sustenta que as lesões da psoríase são um sinal de que o corpo está tentando liberar as toxinas através da pele. Os portadores de psoríase tendem a ter altos níveis de endotoxinas (componentes das divisões celulares das bactérias) nos intestinos.
Muitas ervas são importantes no tratamento da psoríase, incluindo salsaparrilha (que acompanha as endotoxinas), Coleus forskoli, Psoralen coryliforia e outras.Acrescente um pouco de sais e óleo mineral ou óleo infantil na água (mas tome cuidado ao entrar e sair da banheira, já que o óleo a deixará escorregadia).
Coloque 3 colheres de sopa de ácido bórico (à venda nas farmácias) em 460 ml de água e use em compressa.
Acrescente um pouco de sais e óleo mineral ou óleo infantil na água (mas tome cuidado ao entrar e sair da banheira, já que o óleo a deixará escorregadia).
Acrescente 1 xícara de vinagre branco ao banho para aliviar a coceira.
Jogue 1 xícara de aveia na água do banho ou acrescente um produto de banho já pronto que contenha "aveia coloidal".
(de: how stuff works)
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